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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 17/04/2018. Alterada em 16/04 às 21h07min

Ibovespa encerra sessão com queda de 1,75%

Sem driver para conduzir os negócios, os investidores preferiram a cautela para operar na sessão da bolsa de ontem. Em sentido oposto à trajetória de alta de seus pares no exterior, o Ibovespa teve forte queda e encerrou o pregão abaixo dos 83 mil pontos, nível que não se via desde o fechamento, em 9 de fevereiro (80.898 pontos).
De acordo com analistas, o motivo é a falta de visibilidade para o contexto político, somado a um menor otimismo que estava pautado na expectativa de maior crescimento econômico, que tem se revertido. Aliado a isso, a queda nas cotações das commodities no mercado internacional também pesou.
O Ibovespa fechou em queda de 1,75%, aos 82.861 pontos. O giro financeiro foi de R$ 12,8 bilhões, considerado bastante baixo para um dia em que houve vencimento de opções por ações.
Ontem, o Banco Central divulgou o IBC-Br, prévia do Produto Interno Bruto (PIB) que veio mais fraco do que se esperava. Com isso, segundo analistas, reforçou a expectativa para um novo corte da taxa básica de juros, além de aumentar a expectativa para a reunião de junho de uma possível nova queda.
Entre as blue chips, o setor bancário pesou sobre o desempenho do índice com quedas significativas nas Units do Santander (-3,12%), seguida das ações do Banco do Brasil ON (-3,56%), Bradesco PN (-2,18%) e Itaú Unibanco (-1,47%).
O mercado de câmbio criou grandes expectativas para o fim de semana, por conta da ameaça de bombardeio à Síria e da pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais, mas ontem fechou praticamente sem saber como reagir às duas notícias. No caso da Síria, prevaleceu a análise de que o ataque com mísseis de Estados Unidos, França e Reino Unido, na sexta-feira, foi uma ação pontual, e não o início de uma guerra - embora o tema ainda siga no radar.
Com as notícias que pouco agregaram aos desenhos de cenário, a moeda norte-americana passou o dia todo procurando uma tendência. Abriu em queda, seguindo o dia de recuperação de várias moedas hoje em relação ao dólar. No meio do pregão, por volta da hora do almoço, subiu - alguns operadores apontaram um fluxo de saída de recursos. Mas, no fim do dia, se uniu à movimentação de outras moedas emergentes e encerrou em baixa de 0,42%, cotada a R$ 3,4118.
Nos momentos em que se valorizou, o dólar continuou a encontrar resistência na casa dos R$ 3,43 - a moeda não se sustenta por muitos minutos acima desse patamar já desde os pregões da semana passada. A sessão de ontem não foi de fortes volumes para os negócios com o câmbio - o segmento à vista movimentou US$ 1,3 bilhão.
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