Encontro com os empreendedores que mais se destacaram em 2016 através das plataformas do GeraçãoE. Encontro com os empreendedores que mais se destacaram em 2016 através das plataformas do GeraçãoE. Foto: FREDY VIEIRA/JC

Os empreendedores que se destacaram em 2016

Veja quem passou imune pela crise neste ano e conseguiu prosperar

Foi um ano complicado para muitos empresários. Os brasileiros viram grandes marcas decretando fechamento, devido, principalmente, à instabilidade econômica e política do País. Para alguns empreendedores, no entanto, significou um período de oportunidades. Com base nos dados de audiência do geracaoe.com, elencamos os nove negócios que se destacaram nos últimos 12 meses. Juntos, eles somam mais de 300 mil cliques no nosso site. Leia os relatos da repercussão das nossas reportagens nas vidas deles e quais os planos para 2017.

GABRIEL GALLI, da Freeda

A Freeda nasceu para ser um aplicativo que identifica locais que respeitem a diversidade sexual, principalmente em prol das mulheres e da comunidade LGBT. Enquanto essa opção não fica pronta, Gabriel e seus sócios desenvolveram selos que certificam esses pontos e promovem capacitações. “Qualificamos cerca de 30 estabelecimentos, ou seja, quase 200 pessoas”, celebra Gabriel. Para 2017, a intenção é trabalhar em uma plataforma que ofereça esse tipo de educação a distância.
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Gabriel Galli e Guilherme Gomes Ferreira desenvolvem a ferramenta

PATRÍCIA E RODRIGO MACHADO, do Magodrive

Se o fluxo de audiência da loja virtual do Magodrive, braço do Super Mago, de Porto Alegre, era de cinco visitas simultâneas, no dia da publicação da matéria no GeraçãoE saltou para mais de 350. A reportagem repercutia o fato de a marca ter lançado um supermercado drive-thru na Zona Norte da cidade, com pedidos realizados on-line. Patrícia e Rodrigo comemoram a novidade, cujo planejamento levou 10 meses. “Foi muito trabalho, mas já temos o retorno de pessoas que gostaram do formato”, diz Patrícia. “É um benefício que não é só para nós, mas para os outros”, ressalta Rodrigo, sobre o fato de a solução eliminar o tempo perdido em filas das lojas tradicionais. 
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RICARDO PETRUS, do Kamão

Ricardo pensava em inaugurar seu restaurante, no bairro Cidade Baixa, na Capital, de forma tranquila. A reportagem do GeraçãoE, no entanto, acelerou seus planos. Seu espaço, que vende a experiência de comer sem talheres, bombou desde o primeiro dia de funcionamento. “Devemos ter saído em mais de 30 reportagens depois, mas só em duas os jornalistas foram lá falar com a gente”, dimensiona. Para ele, conteúdos aprofundados sobre negócios são capazes, sim, de gerar resultados. “Há pouco espaço que leve informações legais”, considera. O Kamão sempre tem novidades no cardápio, e em 2017 não será diferente.
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 Proprietário do restaurante Kamao na Cidade Baixa.    Na foto: Ricardo Petrus

BERNARDO MATTIODA, do Plantário

O Plantário, equipamento para cultivo de horta orgânica dentro de casa, criada por Bernardo e seus sócios, Thomas Kollmann e George Haeffner, marcou 2016 de forma positiva para os engenheiros. O trio tinha a intenção de fazer a empresa crescer nada menos que sete vezes. E conseguiu. “O fato de a matéria ter sido publicada no início do ano impulsionou isso”, entende Bernardo. E para o ano que vem o projeto é multiplicar o negócio em mais três vezes. Após a repercussão da reportagem, foi lançado um modelo mais compacto do produto. 
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DÉLCIA MARISA KRUTZMANN, da Cuidadores

No dia em que a creche para idosos de Marisa abriu as portas, no bairro Azenha, em Porto Alegre, ela virou case de matéria do GeraçãoE. Por conta da repercussão, a empreendedora recebeu pessoas dispostas a usar dos seus serviços e também algumas a abrir uma franquia do negócio. “Saí do anonimato para a luz”, brinca. Quando lançou seu projeto de franquias, compareceram 29 interessados. “Provavelmente, vou fechar com seis”, comemora. 
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Délcia Marisa, da Cuidadores, foto Mauro Belo Schneider, especial

KAREN E LUCIANO KAEFER, da Espetoflex

Presente no mercado há 12 anos, a Espetoflex já está consolidada no mercado. Neste ano, o GeraçãoE conversou com Luciano para saber sobre o início de seu negócio. Hoje, a marca conta com duas fábricas, onde trabalham cerca de 20 funcionários, e tem uma produção de 5 mil unidades por mês, com vendas em todo o Brasil e no exterior. Luciano conta que, no início, queria que um parente entrasse no negócio com ele, investindo cerca de R$ 150 mil. Essa pessoa se recusou e agora, segundo o empreendedor, é tarde. “Não vendo nem por R$ 20 milhões”, afirma. “Meu objetivo é colocar um Espetoflex na casa de cada brasileiro”, projeta o empreendedor que também lançou filial em Portugal.
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fotos de Luciano Kaefer, fundador da Espetoflex, para o GeraçãoE.

BENHUR ANTUNES E GUILHERME EBLING, do Velivery

Como Benhur Antunes e Guilherme Ebling têm uma plataforma de tele-entrega de comidas vegetarianas e vegenas na internet, eles entendem de números de acessos. Por isso, falam com preciosidade da importância de sua aparição no GeraçãoE. “Foi uma mídia qualificada que fez as pessoas entenderem nosso negócio”, argumenta Benhur. “Abriu muitas portas e fez a gente se consolidar no ramo vegetariano”, com plementa ele. Recentemente, a empresa lançou uma praça em Fortaleza e, para 2017, a intenção é conquistar outras 10.
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Ebling e Antunes colocaram projeto na rua em versão beta: 'se deixar para depois, alguém faz antes'

CELSO ANTONOW, da Antonow

O desejo de Celso era que as pessoas conhecessem, durante a Expointer, a sua nova invenção: uma polenteira elétrica. Com cobertura diária do evento, o GeraçãoE do equipamento e, a partir daí, as vendas contou a história aumentaram. “Lá, deu para ver o que é um jornal. As pessoas perguntavam no parque onde ficava a nossa empresa”, diz ele. As 30 unidades levadas para a exposição foram vendidas e ficou, ainda, uma lista de encomendas. Para 2017, a intenção é fabricá-las em larga escala e, com isso, barateá-las. Durante o evento, era vendida a R$ 775,00.
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Muriel segue a empresa do pai, Celso Antonow, aberta há 40 anos

FILIPE LOPES, do Amo.te Lisboa

O português Filipe não queria abrir seu café, com os famosos pastéis de Belém, com muito estardalhaço. Por isso, quando recebeu a equipe do GeraçãoE titubeou para contar os detalhes do negócio. Ao aceitar o convite, percebeu que seu receio tinha fundamento. A loja, na avenida Independência, passou a registrar filas intermináveis. Resultado: teve de contratar duas pessoas para atender a demanda. “Chegavam pessoas desesperadas”, relata ele. Os números foram tão favoráveis que em 2017 Filipe abrirá uma segunda unidade da Amo.te Lisboa. Dessa vez, em Bento Gonçalves. “Não vendo pastéis, vendo a cultura portuguesa”, considera ele, acrescentando que promete trazer mais projetos culturais a Porto Alegre, inclusive concursos de fado.
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Entrevista com Filipe Lopes, proprietário da confeitaria Amo-te Lisboa
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