Jessica Gustafson
Em nota, a Ufrgs informou que há algumas obras em andamento na área da acessibilidade, sendo cinco delas no Campus do Vale, incluindo acesso a blocos em diversos setores e um elevador no Laboratório de Catálise do Instituto de Química. O total do investimento nas intervenções de todos os campi somam R$ 5.819.004,42. Para elaborar essas obras, existe, na Superintendência de Infraestrutura (Suinfra), o Setor de Projetos de Infraestrutura, com um engenheiro, dois arquitetos e um coordenador, que têm a responsabilidade de promover a acessibilidade arquitetônica nas áreas internas dos prédios, em banheiros e rampas.
A relação desses estudantes com a universidade foi questionada, no intuito de saber como suas demandas chegam até a administração para que sejam atendidas. A Ufrgs informou que o Programa Incluir, ligado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), é o responsável pelo atendimento. "No caso do referido aluno, um dos autores da carta, o Incluir informa que ele foi recebido pelo núcleo e instruído para que registrasse suas demandas. A sugestão foi ampliada e eles fizeram a carta aberta para dar mais visibilidade às solicitações. O núcleo já está acompanhando as solicitações e verificando quais os itens que podem ser atendidos e os devidos encaminhamentos", completa a nota.
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