Porto Alegre,

Publicada em 21 de Outubro de 2026 às 00:30

Presidente da CDL Sapiranga avalia fim da escala 6x1 no comércio local

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Jornal Cidades
O fim da escala de trabalho 6x1 preocupa empresários do comércio e dos serviços de Sapiranga. Já promulgada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mudança estabelece uma redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga chama a atenção para os impactos da medida, especialmente nos pequenos estabelecimentos, que dependem de equipes reduzidas para manter o atendimento ao público, inclusive aos sábados.
Um dos principais desafios está na reorganização das escalas. No pequeno varejo, onde muitas vezes o próprio proprietário participa diretamente das atividades, a nova jornada poderá exigir contratações adicionais ou alterações nos horários de funcionamento.
Essa possibilidade esbarra na realidade financeira de muitos empresários, que não dispõem de recursos para ampliar o quadro de funcionários e ainda enfrentam a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada. O cenário também afeta prestadores de serviços e setores que dependem de produção contínua.
O presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gerson Deitos, avalia que os reflexos serão sentidos principalmente pelos negócios de menor porte. “Uma das nossas preocupações é com o atendimento aos sábados, que representa um dia importante para o comércio. Com a escala 5x2, será necessário reorganizar as folgas durante a semana, e isso pode prejudicar o pequeno varejo, que trabalha com equipes menores”, afirma.
Para o presidente é fundamental conciliar a qualidade de vida dos trabalhadores com a capacidade dos empreendimentos de manter suas atividades, preservar postos de trabalho e atender às necessidades dos consumidores.
O fim da escala de trabalho 6x1 preocupa empresários do comércio e dos serviços de Sapiranga. Já promulgada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mudança estabelece uma redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga chama a atenção para os impactos da medida, especialmente nos pequenos estabelecimentos, que dependem de equipes reduzidas para manter o atendimento ao público, inclusive aos sábados.
Um dos principais desafios está na reorganização das escalas. No pequeno varejo, onde muitas vezes o próprio proprietário participa diretamente das atividades, a nova jornada poderá exigir contratações adicionais ou alterações nos horários de funcionamento.
Essa possibilidade esbarra na realidade financeira de muitos empresários, que não dispõem de recursos para ampliar o quadro de funcionários e ainda enfrentam a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada. O cenário também afeta prestadores de serviços e setores que dependem de produção contínua.
O presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gerson Deitos, avalia que os reflexos serão sentidos principalmente pelos negócios de menor porte. “Uma das nossas preocupações é com o atendimento aos sábados, que representa um dia importante para o comércio. Com a escala 5x2, será necessário reorganizar as folgas durante a semana, e isso pode prejudicar o pequeno varejo, que trabalha com equipes menores”, afirma.
Para o presidente é fundamental conciliar a qualidade de vida dos trabalhadores com a capacidade dos empreendimentos de manter suas atividades, preservar postos de trabalho e atender às necessidades dos consumidores.

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