Porto Alegre,

Publicada em 30 de Setembro de 2026 às 00:30

Rejeitado o pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul

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Jornal Cidades

Foi arquivado, no âmbito do Legislativo caxiense, o pedido de impeachment contra o p prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico. A admissibilidade do pedido, que geraria apuração na Câmara, terminou rejeitada pela maioria dos vereadores presentes (15 votos contrários e quatro a favor), em votação durante a sessão ordinária desta terça-feira (29). Baseada em procedimentos do Tribunal de Contas do RS (TCE/RS), a autora apontou supostas irregularidades no processo de remoção de famílias da chamada Vila Sapo, no Bairro Serrano.


Os questionamentos ao prefeito, tanto pelo TCE/RS quanto pela vereadora Daiane Mello, proponente do pedido, foram apreciados na sessão. Resultante de aprovação pelos vereadores, a legislação autorizou o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) a repassar R$ 7 milhões à Administração Direta, com a finalidade específica de aquisição de 20 lotes, para a construção de 40 casas a famílias que seriam removidas daquela localidade. 


A mencionada lei também dispôs que, de posse daquela quantia, o município faria a remoção e a realocação das famílias. A Secretaria Municipal da Habitação atuaria em caráter de urgência, devendo apresentar cronograma de execução das ações até dezembro de 2024.


Foi arquivado, no âmbito do Legislativo caxiense, o pedido de impeachment contra o p prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico. A admissibilidade do pedido, que geraria apuração na Câmara, terminou rejeitada pela maioria dos vereadores presentes (15 votos contrários e quatro a favor), em votação durante a sessão ordinária desta terça-feira (29). Baseada em procedimentos do Tribunal de Contas do RS (TCE/RS), a autora apontou supostas irregularidades no processo de remoção de famílias da chamada Vila Sapo, no Bairro Serrano.


Os questionamentos ao prefeito, tanto pelo TCE/RS quanto pela vereadora Daiane Mello, proponente do pedido, foram apreciados na sessão. Resultante de aprovação pelos vereadores, a legislação autorizou o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) a repassar R$ 7 milhões à Administração Direta, com a finalidade específica de aquisição de 20 lotes, para a construção de 40 casas a famílias que seriam removidas daquela localidade. 


A mencionada lei também dispôs que, de posse daquela quantia, o município faria a remoção e a realocação das famílias. A Secretaria Municipal da Habitação atuaria em caráter de urgência, devendo apresentar cronograma de execução das ações até dezembro de 2024.


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