Porto Alegre,

Publicada em 30 de Setembro de 2026 às 00:30

Hospital de Passo Fundo restringe atendimentos após superlotação

HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO, EM PASSO FUNDO

HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO, EM PASSO FUNDO

/HSVP/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), em Passo Fundo, anunciou a adoção de uma medida de restrição máxima temporária no atendimento de sua Unidade de Emergência. A decisão foi tomada pela Direção Técnica Médica após o setor ultrapassar a capacidade máxima operacional, atingindo a marca de 150% de ocupação — um cenário de superlotação que já se estende por mais de 24 horas.  
O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), em Passo Fundo, anunciou a adoção de uma medida de restrição máxima temporária no atendimento de sua Unidade de Emergência. A decisão foi tomada pela Direção Técnica Médica após o setor ultrapassar a capacidade máxima operacional, atingindo a marca de 150% de ocupação — um cenário de superlotação que já se estende por mais de 24 horas.  
A crise afeta também as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Adulto voltadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), que operam com lotação máxima e somam oito reservas internas.   Diante do esgotamento da estrutura e da ausência de leitos para acomodação adequada, o hospital passará a receber exclusivamente pacientes transportados por ambulâncias e que já tenham passado por atendimento pré-hospitalar. Pacientes que buscarem a emergência por conta própria ou sem o pré-atendimento não serão absorvidos durante o período de restrição.
A instituição fundamenta a medida em uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) e na aplicação rígida do protocolo de acolhimento e classificação de risco, utilizado para priorizar os casos conforme a gravidade clínica e o potencial de agravo à saúde. Segundo a gestão do hospital, a contenção é indispensável para preservar a segurança dos pacientes já internados e manter os padrões técnicos da assistência médica.  

O HSVP solicita que os serviços de saúde de outros municípios e as equipes do SAMU Estadual e da Central de Regulação Estadual redirecionem os pacientes para outras unidades de referência, até que a capacidade operacional do hospital seja reestabelecida.
A direção da instituição reitera que a conduta é estritamente temporária e visa resguardar a integridade dos usuários e a boa prática da assistência médica.

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