O relevo característico da Serra Gaúcha, com grandes variações de altitude entre bairros e distritos, torna a gestão da pressão da rede de água especialmente diferenciada na região. Diante desse desafio, 13 municípios da Serra serão contemplados por uma nova iniciativa da Corsan. As cidades da região vão receber 50 boosters, distribuídos em 38 obras, dentro do investimento estadual de R$ 20 milhões que vai instalar 209 desses equipamentos em 74 municípios do Rio Grande do Sul nos próximos meses.
Boosters são estações de bombeamento que garantem a chegada da água com força e regularidade a todos os usuários. Posicionados em locais críticos da rede, em que o retorno do abastecimento costuma ser historicamente mais demorado, estes “aceleradores” têm a missão de injetar pressão e energia no fluxo de água.
Gramado é a cidade da região com maior número de boosters a serem instalados, com um total de 12. Em seguida, vem Bento Gonçalves com 9. Na sequência, aparece Garibaldi, com sete. Completam a lista Antônio Prado, Nova Bassano, Farroupilha, Flores da Cunha, São Marcos, Serafina Corrêa, Canela, Pinto Bandeira, Nova Roma do Sul e São Francisco de Paula.
A expectativa é evitar cerca de 500 vazamentos e preservar mais de 250 mil m³ de água por ano na região. “A ação reforça nosso compromisso com a qualidade e a estabilidade do abastecimento em toda a Serra Gaúcha”, destaca a diretora-executiva da Corsan, Maraísa Mendonça Oliveira.
O projeto de R$ 20 milhões começou a ser estruturado logo após a privatização da Corsan, em 2023, a partir do histórico de ocorrências de cada região e de estudos hidráulicos e simulações digitais que indicam onde cada equipamento deve ser instalado. Os boosters não são acionados apenas após manutenções para acelerar a recuperação do sistema; no dia a dia, eles trabalham continuamente para regularizar o abastecimento, garantindo que a água tenha força suficiente para vencer ladeiras e chegar a regiões altas e distantes que, naturalmente, sofrem com a falta de pressão. É graças a esses equipamentos que o serviço se mantém estável e a água não demora a retornar para as áreas mais críticas das cidades da região.
O relevo característico da Serra Gaúcha, com grandes variações de altitude entre bairros e distritos, torna a gestão da pressão da rede de água especialmente diferenciada na região. Diante desse desafio, 13 municípios da Serra serão contemplados por uma nova iniciativa da Corsan. As cidades da região vão receber 50 boosters, distribuídos em 38 obras, dentro do investimento estadual de R$ 20 milhões que vai instalar 209 desses equipamentos em 74 municípios do Rio Grande do Sul nos próximos meses.
Boosters são estações de bombeamento que garantem a chegada da água com força e regularidade a todos os usuários. Posicionados em locais críticos da rede, em que o retorno do abastecimento costuma ser historicamente mais demorado, estes “aceleradores” têm a missão de injetar pressão e energia no fluxo de água.
Gramado é a cidade da região com maior número de boosters a serem instalados, com um total de 12. Em seguida, vem Bento Gonçalves com 9. Na sequência, aparece Garibaldi, com sete. Completam a lista Antônio Prado, Nova Bassano, Farroupilha, Flores da Cunha, São Marcos, Serafina Corrêa, Canela, Pinto Bandeira, Nova Roma do Sul e São Francisco de Paula.
A expectativa é evitar cerca de 500 vazamentos e preservar mais de 250 mil m³ de água por ano na região. “A ação reforça nosso compromisso com a qualidade e a estabilidade do abastecimento em toda a Serra Gaúcha”, destaca a diretora-executiva da Corsan, Maraísa Mendonça Oliveira.
O projeto de R$ 20 milhões começou a ser estruturado logo após a privatização da Corsan, em 2023, a partir do histórico de ocorrências de cada região e de estudos hidráulicos e simulações digitais que indicam onde cada equipamento deve ser instalado. Os boosters não são acionados apenas após manutenções para acelerar a recuperação do sistema; no dia a dia, eles trabalham continuamente para regularizar o abastecimento, garantindo que a água tenha força suficiente para vencer ladeiras e chegar a regiões altas e distantes que, naturalmente, sofrem com a falta de pressão. É graças a esses equipamentos que o serviço se mantém estável e a água não demora a retornar para as áreas mais críticas das cidades da região.