A Universidade Feevale assinou, com o poder público e diversas entidades e instituições do Estado, um protocolo de intenções para o planejamento e a estruturação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Cachaça de Alambique do Estado do Rio Grande do Sul. A cerimônia aconteceu nesta terça-feira, 1º de setembro, na Casa da Associação dos Produtores de Cana-de-Açúcar e seus Derivados do Estado do RS (Aprodecana), durante a Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
O documento prevê a cooperação das instituições para o planejamento e estruturação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Cachaça de Alambique do Estado do RS. O objetivo é identificar as principais demandas técnicas, científicas, tecnológicas e de qualificação da cadeia produtiva da cachaça de alambique no Estado, além de aproximar academia, poder público, entidades profissionais e o setor produtivo.
Entre as frentes previstas, estão o desenvolvimento de pesquisas científicas, ações de inovação e extensão, transferência de tecnologia e prestação de serviços tecnológicos. O centro também deverá contribuir para a formação e qualificação de profissionais, a disseminação de boas práticas, a segurança química, a responsabilidade técnica e o aprimoramento da qualidade dos processos e produtos.
Outro eixo da iniciativa é a sustentabilidade da cadeia produtiva, contemplando aspectos econômicos, sociais e ambientais. A proposta prevê, ainda, o apoio ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores e a busca por maior competitividade para o setor, por meio da agregação de valor, diferenciação, inovação e melhoria da qualidade.
Na opinião do presidente da Aprodecana, Paulo Ramos, a assinatura do protocolo marca o encontro de uma visão de futuro com um dos produtos mais autênticos do Estado, que possui quase 300 anos de história no RS. “Precisamos de políticas públicas que estimulem o desenvolvimento da tecnologia da cadeia produtiva da cachaça, que é tão significativa e que gera renda para tantas famílias, além de ser parte da cultura, da história e fruto de um trabalho tão bonito de nossa gente”, declarou.
A Universidade Feevale assinou, com o poder público e diversas entidades e instituições do Estado, um protocolo de intenções para o planejamento e a estruturação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Cachaça de Alambique do Estado do Rio Grande do Sul. A cerimônia aconteceu nesta terça-feira, 1º de setembro, na Casa da Associação dos Produtores de Cana-de-Açúcar e seus Derivados do Estado do RS (Aprodecana), durante a Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
O documento prevê a cooperação das instituições para o planejamento e estruturação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Cachaça de Alambique do Estado do RS. O objetivo é identificar as principais demandas técnicas, científicas, tecnológicas e de qualificação da cadeia produtiva da cachaça de alambique no Estado, além de aproximar academia, poder público, entidades profissionais e o setor produtivo.
Entre as frentes previstas, estão o desenvolvimento de pesquisas científicas, ações de inovação e extensão, transferência de tecnologia e prestação de serviços tecnológicos. O centro também deverá contribuir para a formação e qualificação de profissionais, a disseminação de boas práticas, a segurança química, a responsabilidade técnica e o aprimoramento da qualidade dos processos e produtos.
Outro eixo da iniciativa é a sustentabilidade da cadeia produtiva, contemplando aspectos econômicos, sociais e ambientais. A proposta prevê, ainda, o apoio ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores e a busca por maior competitividade para o setor, por meio da agregação de valor, diferenciação, inovação e melhoria da qualidade.
Na opinião do presidente da Aprodecana, Paulo Ramos, a assinatura do protocolo marca o encontro de uma visão de futuro com um dos produtos mais autênticos do Estado, que possui quase 300 anos de história no RS. “Precisamos de políticas públicas que estimulem o desenvolvimento da tecnologia da cadeia produtiva da cachaça, que é tão significativa e que gera renda para tantas famílias, além de ser parte da cultura, da história e fruto de um trabalho tão bonito de nossa gente”, declarou.