A criação de uma Delegacia de Crimes Cibernéticos em Bento Gonçalves tornou-se o principal pleito da 1ª Delegacia de Polícia Civil do município para frear o avanço do estelionato digital. De acordo com a delegada titular, Raquel Machado Peixoto, a modalidade é um dos crimes mais frequente no Brasil, mas o Rio Grande do Sul conta com apenas uma unidade especializada na Capital, gerando uma sobrecarga que atrasa as investigações locais.
O principal obstáculo no combate a essas fraudes é o anonimato e a estrutura interestadual das quadrilhas. A delegada explica que a facilidade de acesso à internet permite que os criminosos ajam sem se expor, utilizando telefones registrados em nome de sucessivos ‘laranjas’. “Quando a polícia consegue identificar a origem do golpe, frequentemente descobre que o mentor intelectual está detido dentro de um presídio em outro estado. Além da complexidade técnica, o tempo joga contra as autoridades”, desabafa Raquel, apontando também a existência de falhas nos sistemas de segurança de bancos e empresas privadas, o que fragiliza a proteção dos dados dos usuários e dificulta o rastreamento dos valores desviados.
Diante das limitações do aparato repressivo e das brechas corporativas, a Polícia Civil defende que o enfrentamento ao crime virtual também passa pela educação digital coercitiva e preventiva. A conscientização individual surge como a barreira imediata mais eficaz. A delegada ressalta que muitos dos cuidados fundamentais são paliativos, mas cruciais para interromper a abordagem financeira dos criminosos antes que o prejuízo se concretize.
Raquel reforça que a prevenção depende de medidas simples do cotidiano para evitar que a vítima caia no primeiro contato dos golpistas. “Não atenda chamadas de números que não estão na sua agenda. Sempre lembre que nenhuma instituição bancária ou financeira liga ou envia mensagens para pedir dados. Recuse propostas onde é preciso pagar uma taxa para liberar um benefício. E, na dúvida, sobre a veracidade da ligação, desligue imediatamente o telefone”, explica.
A criação de uma Delegacia de Crimes Cibernéticos em Bento Gonçalves tornou-se o principal pleito da 1ª Delegacia de Polícia Civil do município para frear o avanço do estelionato digital. De acordo com a delegada titular, Raquel Machado Peixoto, a modalidade é um dos crimes mais frequente no Brasil, mas o Rio Grande do Sul conta com apenas uma unidade especializada na Capital, gerando uma sobrecarga que atrasa as investigações locais.
O principal obstáculo no combate a essas fraudes é o anonimato e a estrutura interestadual das quadrilhas. A delegada explica que a facilidade de acesso à internet permite que os criminosos ajam sem se expor, utilizando telefones registrados em nome de sucessivos ‘laranjas’. “Quando a polícia consegue identificar a origem do golpe, frequentemente descobre que o mentor intelectual está detido dentro de um presídio em outro estado. Além da complexidade técnica, o tempo joga contra as autoridades”, desabafa Raquel, apontando também a existência de falhas nos sistemas de segurança de bancos e empresas privadas, o que fragiliza a proteção dos dados dos usuários e dificulta o rastreamento dos valores desviados.
Diante das limitações do aparato repressivo e das brechas corporativas, a Polícia Civil defende que o enfrentamento ao crime virtual também passa pela educação digital coercitiva e preventiva. A conscientização individual surge como a barreira imediata mais eficaz. A delegada ressalta que muitos dos cuidados fundamentais são paliativos, mas cruciais para interromper a abordagem financeira dos criminosos antes que o prejuízo se concretize.
Raquel reforça que a prevenção depende de medidas simples do cotidiano para evitar que a vítima caia no primeiro contato dos golpistas. “Não atenda chamadas de números que não estão na sua agenda. Sempre lembre que nenhuma instituição bancária ou financeira liga ou envia mensagens para pedir dados. Recuse propostas onde é preciso pagar uma taxa para liberar um benefício. E, na dúvida, sobre a veracidade da ligação, desligue imediatamente o telefone”, explica.