Porto Alegre,

Publicada em 28 de Agosto de 2026 às 00:30

UCPel inaugra rede de apoio a mulheres vítimas de violência

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Jornal Cidades
A Universidade Católica de Pelotas (UCPel) lançou a Rede Lilás, iniciativa criada para ampliar o acolhimento, a orientação e o encaminhamento de mulheres em situação de violência. O lançamento ocorreu no Campus da Saúde e é alusivo ao Agosto Lilás, período dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Para o integrante do grupo gestor da Rede Lilás e professor de Medicina, Alexandre Moch, a proposta é organizar e fortalecer os serviços já existentes. A iniciativa conta com um protocolo de acolhimento às mulheres em situação de violência, elaborado para orientar a atuação das equipes da universidade. “Somos um dos estados que mais mata mulher. Então, com um assunto complexo, precisamos de ações complexas que unem assistência, ensino e ciência”, explica Moch.

Após o atendimento inicial, é realizada uma estratificação de risco e, conforme cada situação, a mulher pode ser inserida na rede de proteção. A proposta atua de forma complementar aos serviços municipais, fortalecendo a articulação entre as instituições.

Uma das principais ações da rede é a Sala Lilás, localizada no prédio Ser Mulher, no Campus Franklin Olivé Leite, a Cidade do SUS da UCPel. O espaço realiza atendimentos de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, oferecendo acolhimento e encaminhamento às mulheres que procuram o serviço. A Rede também prevê ações de prevenção, conscientização e enfrentamento à violência, como as Caixas Lilás, as oficinas de geração de renda e rodas de conversa, que ocorrerão quinzenalmente.
A Universidade Católica de Pelotas (UCPel) lançou a Rede Lilás, iniciativa criada para ampliar o acolhimento, a orientação e o encaminhamento de mulheres em situação de violência. O lançamento ocorreu no Campus da Saúde e é alusivo ao Agosto Lilás, período dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Para o integrante do grupo gestor da Rede Lilás e professor de Medicina, Alexandre Moch, a proposta é organizar e fortalecer os serviços já existentes. A iniciativa conta com um protocolo de acolhimento às mulheres em situação de violência, elaborado para orientar a atuação das equipes da universidade. “Somos um dos estados que mais mata mulher. Então, com um assunto complexo, precisamos de ações complexas que unem assistência, ensino e ciência”, explica Moch.

Após o atendimento inicial, é realizada uma estratificação de risco e, conforme cada situação, a mulher pode ser inserida na rede de proteção. A proposta atua de forma complementar aos serviços municipais, fortalecendo a articulação entre as instituições.

Uma das principais ações da rede é a Sala Lilás, localizada no prédio Ser Mulher, no Campus Franklin Olivé Leite, a Cidade do SUS da UCPel. O espaço realiza atendimentos de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, oferecendo acolhimento e encaminhamento às mulheres que procuram o serviço. A Rede também prevê ações de prevenção, conscientização e enfrentamento à violência, como as Caixas Lilás, as oficinas de geração de renda e rodas de conversa, que ocorrerão quinzenalmente.

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