Porto Alegre,

Publicada em 17 de Agosto de 2026 às 18:18

Evento em Alegrete debate segurança da pecuária no Rio Grande do Sul

Evento foi oportunidade para falar sobre a função do Fundesa no avanço de status sanitário do estado

Evento foi oportunidade para falar sobre a função do Fundesa no avanço de status sanitário do estado

Thais D'Avila/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
Produtores rurais da região de Alegrete acompanharam apresentações e interagiram com o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, Rogério Kerber, e com o secretário da Agricultura do estado, Márcio Madalena, e o assessor especial da Seapi, Fernando Groff. O painel de debates foi mediado pelo presidente do Conselho Técnico Operacional da Pecuária de Corte, Pedro Piffero. O evento ocorreu na sede do Sindicato Rural de Alegrete, por proposição do presidente da entidade, Henrique Fernandes.
Produtores rurais da região de Alegrete acompanharam apresentações e interagiram com o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, Rogério Kerber, e com o secretário da Agricultura do estado, Márcio Madalena, e o assessor especial da Seapi, Fernando Groff. O painel de debates foi mediado pelo presidente do Conselho Técnico Operacional da Pecuária de Corte, Pedro Piffero. O evento ocorreu na sede do Sindicato Rural de Alegrete, por proposição do presidente da entidade, Henrique Fernandes.
O evento "Pecuária forte, campo seguro" foi uma oportunidade de falar sobre a função do Fundesa no avanço de status sanitário do estado. Criado em 2005 por iniciativa do próprio setor produtivo, o fundo é gerido por entidades representantes de produtores e indústrias.
O presidente do Fundesa-RS, Rogério Kerber, afirmou que o Rio Grande do Sul é "uma ilha de excelência em sanidade e que atualmente isso ganha cada vez mais importância em um país que exporta 40 mil toneladas de proteína animal por dia". O assessor especial da secretaria da agricultura, Fernando Groff, explicou de que forma é realizado o repasse de recursos do Fundesa à secretaria, por meio de um Plano de Ação plurianual, que divide as atividades em metas.
A meta 1, que envolve o custeio de atividades de defesa sanitária animal, é de quase R$ 14 milhões, divididos em dois anos. "Desta forma podemos ter agilidade para a adoção de medidas, além de manter equipes capacitadas e estrutura de materiais e equipamentos atualizada. Nesta meta também entram os convênios e acordos de cooperação com as universidades, que permitiram a criação da Plataforma de Defesa Sanitária Animal, além de estudos de rede de movimentação de animais e avaliação da velocidade de espalhamento de doenças e seus impactos", explicou.
O secretário da Agricultura, Márcio Madalena, apresentou uma atualização sobre o andamento do projeto-piloto da rastreabilidade. Segundo ele, o Rio Grande do Sul tem condições de ser o primeiro estado brasileiro a rastrear todo o rebanho, antes mesmo da obrigatoriedade, por parte do Mapa, prevista para 2032.

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