O prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico, solicitou estudos ao grupo de trabalho formado por várias secretarias e a Defesa Civil municipal para poder decretar situação de emergência no município após dois grandes eventos climáticos (vendaval e granizo) que atingiu Caxias do Sul nas últimas horas. A determinação ocorreu após a reunião do Gabinete de Crise na tarde de quarta-feira (29) no Centro Integrado de Operações (CIOp).
A partir de agora, organizado o relatório de dados e imagens dos estragos e as necessidades para atender à comunidade, a Defesa Civil tem até 10 dias para cadastrar nos sistemas do governo federal e estadual, e assim, homologado o pedido, obter a liberação de recursos emergenciais. Na reunião, o coordenador da Defesa Civil, Tenente Armando da Silva, apresentou imagens dos estragos e os números até o momento: 333 residências atingidas, 56 árvores recolhidas, 11 pontos de pequenos deslizamentos de terra, seis imóveis interditados deixando as famílias desabrigadas e 21 famílias estão desalojadas.
O prefeito lembrou da eficiência dos tanques de contenção (chamados piscinões) e que outros sete estão previstos para serem construídos na cidade; também destacou o trabalho da Secretaria de Obras/Subprefeituras na manutenção das redes de drenagem e limpezas de bocas de lobo e os investimentos no Canaliza Caxias, reduzindo consideravelmente os pontos de alagamentos mesmo com o registro de 142mm nas últimas 48 horas - 158mm era a média de chuva prevista para todo mês de julho. Adiló também reforçou a necessidade urgente do andamento do projeto antigranizo a nível regional para proteger o interior.
O prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico, solicitou estudos ao grupo de trabalho formado por várias secretarias e a Defesa Civil municipal para poder decretar situação de emergência no município após dois grandes eventos climáticos (vendaval e granizo) que atingiu Caxias do Sul nas últimas horas. A determinação ocorreu após a reunião do Gabinete de Crise na tarde de quarta-feira (29) no Centro Integrado de Operações (CIOp).
A partir de agora, organizado o relatório de dados e imagens dos estragos e as necessidades para atender à comunidade, a Defesa Civil tem até 10 dias para cadastrar nos sistemas do governo federal e estadual, e assim, homologado o pedido, obter a liberação de recursos emergenciais. Na reunião, o coordenador da Defesa Civil, Tenente Armando da Silva, apresentou imagens dos estragos e os números até o momento: 333 residências atingidas, 56 árvores recolhidas, 11 pontos de pequenos deslizamentos de terra, seis imóveis interditados deixando as famílias desabrigadas e 21 famílias estão desalojadas.
O prefeito lembrou da eficiência dos tanques de contenção (chamados piscinões) e que outros sete estão previstos para serem construídos na cidade; também destacou o trabalho da Secretaria de Obras/Subprefeituras na manutenção das redes de drenagem e limpezas de bocas de lobo e os investimentos no Canaliza Caxias, reduzindo consideravelmente os pontos de alagamentos mesmo com o registro de 142mm nas últimas 48 horas - 158mm era a média de chuva prevista para todo mês de julho. Adiló também reforçou a necessidade urgente do andamento do projeto antigranizo a nível regional para proteger o interior.