O Município de Estrela inciiou o ciclo de audiências públicas para discutir a proposta de revisão do Plano Diretor. O primeiro encontro ocorreu no plenário da Câmara de Vereadores. A proposta técnica foi elaborada pela Universidade do Vale do Taquari (Univates) e passa agora por uma etapa de análise, diálogo e adequação antes de ser encaminhada ao Poder Legislativo.
O novo Plano Diretor estabelecerá as diretrizes para o crescimento e a organização territorial de Estrela nas próximas décadas. O documento aborda temas como a ocupação das áreas urbanas e rurais, o parcelamento do solo, o zoneamento, os índices construtivos, a expansão habitacional, o desenvolvimento econômico, a infraestrutura e as restrições aplicáveis a locais sujeitos a inundações, enxurradas, deslizamentos e outros riscos.
Para o secretário municipal de Planejamento e Sustentabilidade, Emerson Musskopf, as audiências representam uma das etapas mais importantes da construção do novo regramento. “O Plano Diretor não pode ser apenas um documento técnico elaborado dentro da administração. Ele precisa ser compreendido, discutido e aperfeiçoado pela comunidade, porque as decisões tomadas agora terão reflexos sobre a organização e o desenvolvimento de Estrela durante muitos anos”, afirma.
A revisão considera as transformações territoriais, sociais e econômicas registradas no município, especialmente após os eventos climáticos de 2023 e 2024. A intenção é integrar planejamento urbano, prevenção de riscos, adaptação climática, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, oferecendo maior segurança para moradores, empreendedores, agricultores e investidores.
Ao todo, estão previstas 14 audiências públicas. O cronograma segue até 26 de janeiro. Alguns encontros poderão ser transferidos para localidades do interior, com divulgação antecipada, para facilitar a participação de agricultores e moradores diretamente afetados pelas mudanças.
Também estão previstas reuniões setorizadas para o diálogo com categorias, entidades e segmentos específicos da sociedade.
Musskopf reforça que a proposta apresentada pela univates funciona como uma base técnica, mas que a construção definitiva dependerá das contribuições recebidas ao longo das audiências.
O Município de Estrela inciiou o ciclo de audiências públicas para discutir a proposta de revisão do Plano Diretor. O primeiro encontro ocorreu no plenário da Câmara de Vereadores. A proposta técnica foi elaborada pela Universidade do Vale do Taquari (Univates) e passa agora por uma etapa de análise, diálogo e adequação antes de ser encaminhada ao Poder Legislativo.
O novo Plano Diretor estabelecerá as diretrizes para o crescimento e a organização territorial de Estrela nas próximas décadas. O documento aborda temas como a ocupação das áreas urbanas e rurais, o parcelamento do solo, o zoneamento, os índices construtivos, a expansão habitacional, o desenvolvimento econômico, a infraestrutura e as restrições aplicáveis a locais sujeitos a inundações, enxurradas, deslizamentos e outros riscos.
Para o secretário municipal de Planejamento e Sustentabilidade, Emerson Musskopf, as audiências representam uma das etapas mais importantes da construção do novo regramento. “O Plano Diretor não pode ser apenas um documento técnico elaborado dentro da administração. Ele precisa ser compreendido, discutido e aperfeiçoado pela comunidade, porque as decisões tomadas agora terão reflexos sobre a organização e o desenvolvimento de Estrela durante muitos anos”, afirma.
A revisão considera as transformações territoriais, sociais e econômicas registradas no município, especialmente após os eventos climáticos de 2023 e 2024. A intenção é integrar planejamento urbano, prevenção de riscos, adaptação climática, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, oferecendo maior segurança para moradores, empreendedores, agricultores e investidores.
Ao todo, estão previstas 14 audiências públicas. O cronograma segue até 26 de janeiro. Alguns encontros poderão ser transferidos para localidades do interior, com divulgação antecipada, para facilitar a participação de agricultores e moradores diretamente afetados pelas mudanças.
Também estão previstas reuniões setorizadas para o diálogo com categorias, entidades e segmentos específicos da sociedade.
Musskopf reforça que a proposta apresentada pela univates funciona como uma base técnica, mas que a construção definitiva dependerá das contribuições recebidas ao longo das audiências.