Porto Alegre,

Publicada em 23 de Julho de 2026 às 15:16

Camafeu com mais de 12 quilos é destaque na Fenadoce em Pelotas

Objetivo foi homenagear a tradição doceira da cidade

Objetivo foi homenagear a tradição doceira da cidade

Alair Junior/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
A 32ª Fenadoce, em Pelotas recebeu mais uma ação que entra para a sua história: o preparo do maior camafeu (doce feito de nozes e coberto por um glacê açucarado) do mundo, com mais de 12,5 quilos. A proposta foi promovida em conjunto entre a feira, a CDL Pelotas e o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac durante o Festival de Gastronomia e conduzida pela chef Raquel Marasca sob os olhares atentos e curiosos dos visitantes da feira.
A 32ª Fenadoce, em Pelotas recebeu mais uma ação que entra para a sua história: o preparo do maior camafeu (doce feito de nozes e coberto por um glacê açucarado) do mundo, com mais de 12,5 quilos. A proposta foi promovida em conjunto entre a feira, a CDL Pelotas e o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac durante o Festival de Gastronomia e conduzida pela chef Raquel Marasca sob os olhares atentos e curiosos dos visitantes da feira.
O camafeu tradicional, que inspirou a ação, integra a lista dos doces que possuem o selo e identificação de origem geográfica de Pelotas. A receita confeccionada no festival é uma releitura da versão original adaptada para a feira e exigiu trabalho e dedicação: ela e a equipe de alunos levaram seis horas para ralar quatro quilos de nozes inteiras.
Raquel Marasca, chef docente da área de Gastronomia no Senac Pelotas, explica que o local possui o curso de Doces Tradicionais de Pelotas, e o camafeu é um dos preferidos dos alunos. Unindo isso à ideia de levar um atrativo para a Fenadoce e homenagear a tradição doceira, o grupo resolveu se desafiar e confeccionar a releitura do doce que, segundo Raquel, remete a uma joia. “Por conta disso, essa joia é o nosso presente às doceiras de toda a região”, salientou ela.
O preparo começou há algum tempo, pesquisando sobre como viabilizar a releitura quase 250 vezes maior que um camafeu tradicional. Um dos desafios foi encontrar a farinha de nozes na região, por isso a decisão de ralar nozes inteiras e utilizar também farinha de rosca na receita. Embora tenha sido a primeira vez que o grupo produziu o doce desse tamanho, a tentativa foi aprovada pela chef. “Agora, buscamos o reconhecimento mundial para ter uma valorização da nossa região, principalmente da nossa doçaria”, destacou a chef.

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