Porto Alegre,

Publicada em 10 de Julho de 2026 às 00:30

UFSM desenvolve projeto de inteligência artificial para a indústria do pescado

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Jornal Cidades
A Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm) desenvolve dois projetos de pesquisa voltados ao uso de modelos de linguagem de grande escala na Plataforma Nacional da Indústria do Pescado (Pnip). As iniciativas, coordenadas pelo professor Alencar Machado, estudam formas de integrar modelos de inteligência artificial capazes de compreender perguntas e produzir respostas em linguagem natural à plataforma, além de aplicar essa tecnologia em chatbots para apoio a usuários e analistas do sistema.
A Pnip é uma solução digital desenvolvida em parceria entre a UFSM e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A plataforma atua na modernização de processos ligados à certificação sanitária e à origem legal do pescado exportado pelo Brasil, incluindo a emissão de documentos como o Certificado Oficial de Boas Práticas Higiênico-Sanitárias a Bordo, o Certificado de Acreditação de Origem Legal (Caol) e certificados de exportação para países específicos.
A incorporação de inteligência artificial à Pnip envolve duas etapas complementares. A primeira trata da conexão entre modelos de linguagem de grande escala, conhecidos como LLMs, e a estrutura tecnológica da plataforma. Esses modelos são capazes de interpretar comandos e produzir respostas em linguagem natural, mas precisam ser integrados de forma segura para preservar a estabilidade do sistema e permitir novas funcionalidades.
A segunda etapa se concentra na aplicação dessa tecnologia na interação com os usuários, por meio de chatbots. A proposta é utilizar ferramentas capazes de responder em linguagem natural em um ambiente com usuários reais, regras de acesso e diferentes níveis de informação.
O diferencial das pesquisas está na aplicação dos modelos de linguagem em um ambiente real, com usuários reais e demandas concretas do setor produtivo e da administração pública. Segundo o professor, Alencar Machado, uma das metas é fazer com que o sistema reconheça os limites da própria atuação: “Não é só responder a pergunta da forma certa, é responder o que pode ser respondido, no teor em que pode ser respondido, de uma forma correta”.
A Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm) desenvolve dois projetos de pesquisa voltados ao uso de modelos de linguagem de grande escala na Plataforma Nacional da Indústria do Pescado (Pnip). As iniciativas, coordenadas pelo professor Alencar Machado, estudam formas de integrar modelos de inteligência artificial capazes de compreender perguntas e produzir respostas em linguagem natural à plataforma, além de aplicar essa tecnologia em chatbots para apoio a usuários e analistas do sistema.
A Pnip é uma solução digital desenvolvida em parceria entre a UFSM e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A plataforma atua na modernização de processos ligados à certificação sanitária e à origem legal do pescado exportado pelo Brasil, incluindo a emissão de documentos como o Certificado Oficial de Boas Práticas Higiênico-Sanitárias a Bordo, o Certificado de Acreditação de Origem Legal (Caol) e certificados de exportação para países específicos.
A incorporação de inteligência artificial à Pnip envolve duas etapas complementares. A primeira trata da conexão entre modelos de linguagem de grande escala, conhecidos como LLMs, e a estrutura tecnológica da plataforma. Esses modelos são capazes de interpretar comandos e produzir respostas em linguagem natural, mas precisam ser integrados de forma segura para preservar a estabilidade do sistema e permitir novas funcionalidades.
A segunda etapa se concentra na aplicação dessa tecnologia na interação com os usuários, por meio de chatbots. A proposta é utilizar ferramentas capazes de responder em linguagem natural em um ambiente com usuários reais, regras de acesso e diferentes níveis de informação.
O diferencial das pesquisas está na aplicação dos modelos de linguagem em um ambiente real, com usuários reais e demandas concretas do setor produtivo e da administração pública. Segundo o professor, Alencar Machado, uma das metas é fazer com que o sistema reconheça os limites da própria atuação: “Não é só responder a pergunta da forma certa, é responder o que pode ser respondido, no teor em que pode ser respondido, de uma forma correta”.

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