Porto Alegre,

Publicada em 17 de Junho de 2026 às 00:30

Plano de contingência para Taquari é apresentado pela Corsan

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Jornal Cidades
Representantes da Aegea/Corsan apresentaram o Plano de Contingência para o sistema de abastecimento de água em situações de elevação do Rio Taquari à prefeitura e à Defesa Civil. A reunião foi conduzida pelo gerente regional da companhia, André Finamor, e pela coordenadora de Operação da Microrregião, Élida Rocha, que detalharam os protocolos previstos para diferentes níveis do rio e as ações necessárias para assegurar a continuidade do fornecimento de água à população.
Durante a apresentação, foram destacadas as principais vulnerabilidades da captação, como interrupção de energia elétrica, submersão da estrutura, dificuldades de acesso e impactos provocados pelo arraste de materiais. Para enfrentar esses cenários, a Corsan dispõe de alternativas operacionais que serão acionadas conforme a elevação do rio, entre elas geradores instalados em balsas e sistemas de captação flutuante para situações extremas.
O plano estabelece quatro níveis de atuação conforme a cota do Rio Taquari na estação fluviométrica do Serviço Geológico do Brasil (SGB): atenção, a partir de 3,5 metros; alerta, em 6,5 metros; inundação, em 8,5 metros; e crise, quando o nível atinge 10 metros.
Para cada estágio, estão previstas medidas específicas, que incluem revisão dos sistemas de bombeamento, monitoramento permanente da captação, acionamento de geradores, posicionamento de balsas, ajustes operacionais na Estação de Tratamento de Água (ETA) e, em situações mais críticas, utilização de captação flutuante e apoio com caminhões-pipa, se necessário.
Segundo o gerente regional da Corsan, André Finamor, os eventos de maio de 2024 serviram como referência para a elaboração e aprimoramento do plano. Entre as principais dificuldades enfrentadas naquele período estiveram a submersão da estrutura de captação e a impossibilidade de acesso à área, fatores que exigiram soluções emergenciais para retomar o abastecimento da população.
A ação preventiva de agora integra as ações desenvolvidas pelo Executivo e pela Defesa Civil diante da previsão de um segundo semestre com maior volume de chuvas em 2026, associado à influência do fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico.
Representantes da Aegea/Corsan apresentaram o Plano de Contingência para o sistema de abastecimento de água em situações de elevação do Rio Taquari à prefeitura e à Defesa Civil. A reunião foi conduzida pelo gerente regional da companhia, André Finamor, e pela coordenadora de Operação da Microrregião, Élida Rocha, que detalharam os protocolos previstos para diferentes níveis do rio e as ações necessárias para assegurar a continuidade do fornecimento de água à população.
Durante a apresentação, foram destacadas as principais vulnerabilidades da captação, como interrupção de energia elétrica, submersão da estrutura, dificuldades de acesso e impactos provocados pelo arraste de materiais. Para enfrentar esses cenários, a Corsan dispõe de alternativas operacionais que serão acionadas conforme a elevação do rio, entre elas geradores instalados em balsas e sistemas de captação flutuante para situações extremas.
O plano estabelece quatro níveis de atuação conforme a cota do Rio Taquari na estação fluviométrica do Serviço Geológico do Brasil (SGB): atenção, a partir de 3,5 metros; alerta, em 6,5 metros; inundação, em 8,5 metros; e crise, quando o nível atinge 10 metros.
Para cada estágio, estão previstas medidas específicas, que incluem revisão dos sistemas de bombeamento, monitoramento permanente da captação, acionamento de geradores, posicionamento de balsas, ajustes operacionais na Estação de Tratamento de Água (ETA) e, em situações mais críticas, utilização de captação flutuante e apoio com caminhões-pipa, se necessário.
Segundo o gerente regional da Corsan, André Finamor, os eventos de maio de 2024 serviram como referência para a elaboração e aprimoramento do plano. Entre as principais dificuldades enfrentadas naquele período estiveram a submersão da estrutura de captação e a impossibilidade de acesso à área, fatores que exigiram soluções emergenciais para retomar o abastecimento da população.
A ação preventiva de agora integra as ações desenvolvidas pelo Executivo e pela Defesa Civil diante da previsão de um segundo semestre com maior volume de chuvas em 2026, associado à influência do fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico.

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