Em cerimônia realizada nesta segunda-feira, 15, no Loteamento Nova Morada, o Ministério das Cidades autorizou o início das obras do Residencial Estrela, empreendimento que prevê a construção de 800 moradias destinadas às famílias que perderam suas residências durante a tragédia climática. Com investimento federal de R$ 160 milhões, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, a obra tem prazo estimado de conclusão de 18 meses.
A agenda também foi marcada pela vistoria das obras do Residencial Renascer, conjunto habitacional com 100 apartamentos em construção no mesmo loteamento. A visita teve um significado especial: nesta segunda-feira completou-se exatamente um ano do início das obras do empreendimento, que já apresenta evolução e deverá ser entregue até o final deste ano. A proximidade entre os dois projetos evidencia a dimensão do esforço habitacional realizado em Estrela, que passa a concentrar, em uma mesma área, soluções concretas para centenas de famílias afetadas pelo desastre climático.
A prefeita Carine Schwingel destacou que a autorização das 800 moradias representa um dos momentos mais importantes do processo de reconstrução do município. “Não estamos assinando apenas uma obra. Estamos assinando um compromisso com centenas de famílias que perderam tudo e que agora podem voltar a sonhar com um lar definitivo. É um momento histórico para Estrela e para a reconstrução da nossa cidade”, afirma.
O ministro das Cidades, Vladimir Lima, afirmou que garantir moradia às famílias atingidas pelas enchentes é uma das prioridades do Governo Federal na reconstrução do Rio Grande do Sul. “Quem perde a casa perde muito mais do que paredes e telhado. Perde segurança, tranquilidade e referências de vida. Nosso compromisso é devolver dignidade a essas famílias e assegurar que elas possam reconstruir suas histórias com estabilidade e qualidade de vida”, declara.
Conforme o ministro, o investimento realizado em Estrela simboliza a capacidade de mobilização conjunta entre os entes públicos em favor das comunidades atingidas. “Estamos falando de um empreendimento que vai transformar a realidade de centenas de famílias. É um investimento robusto, mas, acima de tudo, é um investimento em pessoas. Reconstruir é devolver esperança, e é isso que estamos fazendo aqui hoje”, complementa.