Porto Alegre,

Publicada em 20 de Maio de 2026 às 00:30

Cachoeira do Sul já teve 42 hospitalizações e um óbito por infecções respiratórias

No cenário oficial, o coeficiente de incidência atual das síndromes respiratórias agudas graves é de 51,50 casos por 100 mil habitantes

No cenário oficial, o coeficiente de incidência atual das síndromes respiratórias agudas graves é de 51,50 casos por 100 mil habitantes

/Prefeitura de Cachoeira do Sul/Divulgação/Cidades
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Jornal Cidades
A Secretaria Municipal da Saúde de Cachoeira do Sul, no Centro do RS, voltou a alertar a população cachoeirense para a importância da vacinação e dos protocolos preventivos na contenção dos casos de gripe e das complicações clínicas pela doença.
A Secretaria Municipal da Saúde de Cachoeira do Sul, no Centro do RS, voltou a alertar a população cachoeirense para a importância da vacinação e dos protocolos preventivos na contenção dos casos de gripe e das complicações clínicas pela doença.
De acordo com o levantamento da Diretoria de Vigilâncias em Saúde (DVS) divulgado na segunda-feira (18), o município registra até o momento 42 internações hospitalares por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) desde o início do ano, sendo cinco pelo vírus Influenza A, nenhuma por Covid-19 e as demais por outros vírus respiratórios, com a ocorrência de um óbito por Rinovírus no mês de abril. A vítima foi paciente do sexo feminino, 64 anos e apresentando comorbidades, não imunizada em 2026 para gripe ou coronavírus. No cenário oficial, o coeficiente de incidência atual das síndromes respiratórias agudas graves é de 51,50 casos por 100 mil habitantes.
Diante dos números verificados, a Diretora das Vigilâncias em Saúde, Andréa Santos reforça que os esforços conjuntos – seja da saúde pública ou da própria população – precisam ser direcionados ao diagnóstico precoce e às medidas de prevenção. 
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é quando indivíduo com Síndrome Gripal (SG) evolui com dispneia/desconforto respiratório, pressão ou dor persistente no tórax, saturação de oxigênio menor ou igual a 94% em ar ambiente, e coloração azulada (cianose) dos lábios ou rosto; geralmente os pacientes apresentam primeiro um quadro de SG, podendo evoluir para SRAG, o que reforça a atenção aos seguintes sintomas: febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos e ou distúrbios gustativos, podendo surgir sintomas gastrointestinais.
A influenza é uma infecção viral aguda, que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. A estratégia de vacinação contra a influenza tem como propósito reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo. A vacinação contra a Influenza e Covid-19 são as medidas de prevenção mais eficazes para proteger contra essas doenças e, principalmente, na evolução para formas graves e óbitos.
Para redução da transmissibilidade de vírus respiratórios, continua sendo importante adoção de um conjunto de medidas de prevenção e controle, que devem ser utilizadas de forma integrada e incluem: etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar), ventilação natural dos ambientes, uso de máscaras faciais, higienização das mãos, evitar locais de aglomeração, entre outras. 

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