A Fundação Proamb entregou um sistema de saneamento ecológico em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre, para tratar o esgoto de forma mais sustentável. Capaz de processar até quatro metros cúbicos de efluentes por dia, o equivalente ao resíduo gerado por cerca de 60 pessoas, a solução permite o reuso da água no próprio local e representa uma alternativa eficaz e de menor custo ao tratamento convencional de esgoto.
O sistema, conhecido como jardim filtrante, trata o efluente proveniente do prédio administrativo da Secretaria do Meio Ambiente, localizado no Parque Olmiro Brandão. O processo reproduz áreas naturais alagadas: o esgoto entra pré-tratado, passa por pedras, raízes e microrganismos, e sai apto para reuso não potável, seja na descarga de vasos sanitários, na irrigação ou, no caso de Nova Santa Rita, em um lago localizado no parque. A projeção é que 98,7% da carga orgânica seja eliminada,
O plantio de cerca de 200 mudas de espécies vegetais foi realizado por estudantes do nono ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Hélio Fraga, que também receberam informações detalhadas sobre o sistema. “Jovens nessa fase questionam, compartilham e influenciam. Envolvê-los é reconhecer que a transformação começa por quem ainda está formando sua visão de mundo. Mais do que uma estrutura física, o que deixamos aqui é conhecimento”, destacou Jéssica De Gasperi, da área de Novos Negócios da Proamb.
O engenheiro ambiental Gustavo Bartelli, parceiro da Fundação, ressaltou que o sistema é uma das várias soluções de engenharia baseadas na natureza disponíveis para problemas de saneamento, ao lado de jardins de chuva, telhados verdes, parques lineares e cidades-esponjas. “O projeto é como um laboratório a céu aberto para difundir a ideia de ter rios mais limpos e menos poluição”, afirmou.
Para a Proamb, que mantém uma unidade em Nova Santa Rita, o projeto reforça um compromisso que transcende a operação técnica: deixar um legado real para o município e para a região. A intenção é que a solução sirva de referência para outros municípios da Bacia do Rio dos Sinos.
A Fundação Proamb entregou um sistema de saneamento ecológico em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre, para tratar o esgoto de forma mais sustentável. Capaz de processar até quatro metros cúbicos de efluentes por dia, o equivalente ao resíduo gerado por cerca de 60 pessoas, a solução permite o reuso da água no próprio local e representa uma alternativa eficaz e de menor custo ao tratamento convencional de esgoto.
O sistema, conhecido como jardim filtrante, trata o efluente proveniente do prédio administrativo da Secretaria do Meio Ambiente, localizado no Parque Olmiro Brandão. O processo reproduz áreas naturais alagadas: o esgoto entra pré-tratado, passa por pedras, raízes e microrganismos, e sai apto para reuso não potável, seja na descarga de vasos sanitários, na irrigação ou, no caso de Nova Santa Rita, em um lago localizado no parque. A projeção é que 98,7% da carga orgânica seja eliminada,
O plantio de cerca de 200 mudas de espécies vegetais foi realizado por estudantes do nono ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Hélio Fraga, que também receberam informações detalhadas sobre o sistema. “Jovens nessa fase questionam, compartilham e influenciam. Envolvê-los é reconhecer que a transformação começa por quem ainda está formando sua visão de mundo. Mais do que uma estrutura física, o que deixamos aqui é conhecimento”, destacou Jéssica De Gasperi, da área de Novos Negócios da Proamb.
O engenheiro ambiental Gustavo Bartelli, parceiro da Fundação, ressaltou que o sistema é uma das várias soluções de engenharia baseadas na natureza disponíveis para problemas de saneamento, ao lado de jardins de chuva, telhados verdes, parques lineares e cidades-esponjas. “O projeto é como um laboratório a céu aberto para difundir a ideia de ter rios mais limpos e menos poluição”, afirmou.
Para a Proamb, que mantém uma unidade em Nova Santa Rita, o projeto reforça um compromisso que transcende a operação técnica: deixar um legado real para o município e para a região. A intenção é que a solução sirva de referência para outros municípios da Bacia do Rio dos Sinos.