Em Pelotas, os valores da Ração Essencial, formada por 13 alimentos necessários à subsistência durante 30 dias, e do Cesto de Produtos Básicos de Consumo Popular, composto por 51 itens, aumentaram no mês passado. Na comparação com março, registraram em abril, respectivamente, as elevações de 8,17%, passando a custar R$ 653,43, e de 2,25%, que resultou na despesa de R$ 1.402,66, respectivamente.
Na ordem das maiores altas da pesquisa de preços, feita pelo Serviço de Educação ao Consumidor do Procon Pelotas, despontam hortifrútis – entre 20,25% e 60,87% – e iogurte, cujo preço subiu 36,61.
“A gangorra de valores finais ao consumidor, entre um mês e outro, decorre de variáveis, entre elas a safra atual, além dos custos de logística, distribuição e insumos”, observa o coordenador executivo do órgão municipal, Crístoni Costa. “Sobretudo do dispêndio com combustíveis”, destaca.
Cenoura, iogurte, batata, repolho e mamão despontam como as maiores altas, enquanto sabão em barra, aparelho de barbear descartável, açúcar, erva-mate e maionese aparecem como as principais quedas.
No levantamento do Cesto Básico, a equipe do Procon local fundamenta-se no estudo do Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas (Iepe) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).
Na coleta e análise dos dados da Ração Essencial – constituída por açúcar, arroz, banana, batata, café, carne bovina, farinha, feijão, leite integral, manteiga, óleo, pão e tomate – os servidores de pelotas seguem a metodologia indicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa é divulgada mensalmente.
Na ordem das maiores altas da pesquisa de preços, feita pelo Serviço de Educação ao Consumidor do Procon Pelotas, despontam hortifrútis – entre 20,25% e 60,87% – e iogurte, cujo preço subiu 36,61.
“A gangorra de valores finais ao consumidor, entre um mês e outro, decorre de variáveis, entre elas a safra atual, além dos custos de logística, distribuição e insumos”, observa o coordenador executivo do órgão municipal, Crístoni Costa. “Sobretudo do dispêndio com combustíveis”, destaca.
Cenoura, iogurte, batata, repolho e mamão despontam como as maiores altas, enquanto sabão em barra, aparelho de barbear descartável, açúcar, erva-mate e maionese aparecem como as principais quedas.
No levantamento do Cesto Básico, a equipe do Procon local fundamenta-se no estudo do Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas (Iepe) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).
Na coleta e análise dos dados da Ração Essencial – constituída por açúcar, arroz, banana, batata, café, carne bovina, farinha, feijão, leite integral, manteiga, óleo, pão e tomate – os servidores de pelotas seguem a metodologia indicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa é divulgada mensalmente.