A paralisação vem impactando cerca de 30 mil alunos da rede municipal de Canoas. As últimas proposições apresentadas pela prefeitura, e recusadas pelo comando de greve, foram a criação de um grupo permanente de trabalho para discussão das pautas da categoria, a ampliação do vale-alimentação, a aplicação do piso nacional do Magistério a partir de maio e a reposição salarial de 4,26%, parcelada até o final do ano, entre outras medidas.
Entre as reivindicações apresentadas pela categoria, estão a reposição salarial, cumprimento do piso nacional do magistério, aumento real de 10% nos vencimentos e revisão dos planos de carreira. A mobilização também cobra melhorias nas condições de trabalho, como reforço de profissionais nas escolas, ampliação de monitores para inclusão, presença de porteiros e segurança nas unidades e criação de um grupo permanente de negociação.