Porto Alegre,

Publicada em 06 de Maio de 2026 às 00:30

Dinossauros também ganham destaque no Vale do Rio Pardo

Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, em Candelária, tem exposição com cerca de 50 animais pré-históricos

Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, em Candelária, tem exposição com cerca de 50 animais pré-históricos

/Carlos Nunes Rodrigues/Divulgação/Cidades
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Gabriel Margonar
Gabriel Margonar
Fora da Quarta Colônia, mas ligada ao mesmo patrimônio geológico que atravessa o coração do Estado, Candelária também se afirma como ponto-chave nesse verdadeiro mapa da paleontologia. Logo na chegada, onde o pórtico já anuncia a ligação com os dinossauros, a cidade transforma essa identidade em experiência concreta. Já no Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, o passado não apenas está exposto como pode ser tocado, observado de perto e, sobretudo, compreendido como parte viva da história local.
Fora da Quarta Colônia, mas ligada ao mesmo patrimônio geológico que atravessa o coração do Estado, Candelária também se afirma como ponto-chave nesse verdadeiro mapa da paleontologia. Logo na chegada, onde o pórtico já anuncia a ligação com os dinossauros, a cidade transforma essa identidade em experiência concreta. Já no Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, o passado não apenas está exposto como pode ser tocado, observado de perto e, sobretudo, compreendido como parte viva da história local.
Com cerca de 50 animais pré-históricos em exposição, o acervo apresenta diferentes momentos da paleofauna encontrada na região do Vale do Rio Pardo. O espaço recebe desde estudantes do ensino básico até pesquisadores e turistas interessados em compreender a história da vida na Terra.
Curador voluntário do museu, Carlos Rodrigues destaca que o trabalho vai além da exposição. "A instituição participa da identificação de novos afloramentos, auxilia na retirada de fósseis e atua na preservação e divulgação do material".
Um dos marcos do acervo é a mandíbula encontrada em um dos primeiros trabalhos de campo acompanhados pela equipe local. O fóssil, posteriormente identificado como uma espécie inédita, recebeu o nome de Candelariodon barberenai e se tornou o registro número 1 da coleção.
"Sendo o material paleontológico de Candelária de relevância internacional, ele se consolida como uma das maiores riquezas do município. O encontro com um fóssil, por si só, materializa a certeza da existência da pré-história", resume Rodrigues.

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