Porto Alegre,

Publicada em 14 de Março de 2026 às 14:46

Após incêndio, fábrica de chocolates de Flores da Cunha projeta expansão

Sede da Tradição Gourmet Chocolates foi destruída por incêndio há dois anos

Sede da Tradição Gourmet Chocolates foi destruída por incêndio há dois anos

Elisa Assmann/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
Pouco mais de um ano após reconstruir a fábrica, destruída por um incêndio em 2024, a Tradição Gourmet Chocolates de Flores da Cunha inicia uma nova etapa de crescimento nacional, com foco nas regiões Sudeste e no Centro-Oeste. A empresa especializada em chocolate industrial para o mercado de food service direciona investimentos, estrutura produtiva e força comercial para ampliar sua presença Brasil afora, especialmente em São Paulo e Goiás.
Pouco mais de um ano após reconstruir a fábrica, destruída por um incêndio em 2024, a Tradição Gourmet Chocolates de Flores da Cunha inicia uma nova etapa de crescimento nacional, com foco nas regiões Sudeste e no Centro-Oeste. A empresa especializada em chocolate industrial para o mercado de food service direciona investimentos, estrutura produtiva e força comercial para ampliar sua presença Brasil afora, especialmente em São Paulo e Goiás.
A nova fase da empresa é sustentada por uma estrutura industrial ampliada e tecnologicamente avançada. A Tradição Gourmet investiu R$ 40 milhões na construção de uma nova fábrica em Flores da Cunha, com 6 mil metros quadrados e equipamentos de origem alemã, italiana, turca, chinesa e brasileira. A unidade opera com linhas automatizadas e permite uma produção atual de até 700 toneladas de chocolate por mês, com possibilidade de expansão sem necessidade de novas obras.
A projeção do grupo é alcançar uma produção média de 450 toneladas mensais em 2026 e chegar a 900 toneladas por mês em até 24 meses. Para este ano, o planejamento acompanha as perspectivas do mercado de food service, que projeta, segundo a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), crescimento entre 5% e 8%, em um cenário de maior estabilidade nos preços do cacau e oferta mais equilibrada. Em 2025, a empresa fechou com faturamento de R$ 45 milhões, com estimativa de chegar a R$ 120 milhões este ano - crescimento superior a 160%.

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