A prefeitura de Estância Velha, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), confirmou o primeiro caso de dengue no município em 2026. O registro foi feito no bairro Rincão dos Ilhéus e confirmado por laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen-RS) ainda no mês de fevereiro.
O paciente, um homem de 34 anos, apresentou sintomas clássicos da doença, como febre, mialgia e cefaleia. Após a confirmação, a Vigilância em Saúde (Visa) realizou o controle químico com pulverização de inseticida no raio de bloqueio ao redor da residência, medida adotada para interromper a possível cadeia de transmissão.
De acordo com o secretário municipal da Saúde, Yuri Campos, o município intensificou as ações de combate à doença. “Estamos com um trabalho muito intenso no combate à dengue, pois temos indicadores de que nos próximos meses devemos atingir o pico de casos”, afirmou.
Em 2026, foram registradas 21 notificações em Estância Velha Destas, 18 foram descartadas, duas permanecem em investigação e uma foi confirmada. A coordenadora da Visa, Rosangela Blume, reforça a importância da participação da comunidade. “O monitoramento e as ações preventivas e investigativas são constantes, mas o papel da população é fundamental para combater a proliferação do mosquito”, destacou.
O paciente, um homem de 34 anos, apresentou sintomas clássicos da doença, como febre, mialgia e cefaleia. Após a confirmação, a Vigilância em Saúde (Visa) realizou o controle químico com pulverização de inseticida no raio de bloqueio ao redor da residência, medida adotada para interromper a possível cadeia de transmissão.
De acordo com o secretário municipal da Saúde, Yuri Campos, o município intensificou as ações de combate à doença. “Estamos com um trabalho muito intenso no combate à dengue, pois temos indicadores de que nos próximos meses devemos atingir o pico de casos”, afirmou.
Em 2026, foram registradas 21 notificações em Estância Velha Destas, 18 foram descartadas, duas permanecem em investigação e uma foi confirmada. A coordenadora da Visa, Rosangela Blume, reforça a importância da participação da comunidade. “O monitoramento e as ações preventivas e investigativas são constantes, mas o papel da população é fundamental para combater a proliferação do mosquito”, destacou.