Porto Alegre,

Publicada em 27 de Fevereiro de 2026 às 00:30

Caxias do Sul sedia encontro para tratar sobre Justiça Restaurativa

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Jornal Cidades
O Fórum de Caxias do Sul foi palco de um encontro estratégico que posicionou o município como protagonista no debate sobre métodos de pacificação social. O evento de Justiça Restaurativa (JR) foi promovido pelo Programa Municipal de Justiça Restaurativa, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania , em conjunto com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Regional. A atividade reuniu especialistas, acadêmicos e operadores do Direito para discutir a redução de conflitos e a construção de uma cultura de paz.
O Fórum de Caxias do Sul foi palco de um encontro estratégico que posicionou o município como protagonista no debate sobre métodos de pacificação social. O evento de Justiça Restaurativa (JR) foi promovido pelo Programa Municipal de Justiça Restaurativa, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania , em conjunto com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Regional. A atividade reuniu especialistas, acadêmicos e operadores do Direito para discutir a redução de conflitos e a construção de uma cultura de paz.
O ponto alto da programação foi a participação da escritora e conferencista norte-americana Kay Pranis. Reconhecida como a maior autoridade global em Círculos de Construção de Paz, Pranis é autora de obras seminais como “No Coração da Esperança” e “Círculos em Movimento”. Sua metodologia é hoje o alicerce para práticas restaurativas aplicadas em sistemas judiciários, escolas e comunidades em diversos países.
O painel de palestrantes também contou com nomes de peso do cenário brasileiro, como Leoberto Branche e Fátima De Bastiani Para o juiz coordenador do Cejusc Regional Caxias do Sul, Darlan Élis de Borba e Rocha, o encontro simboliza o amadurecimento das práticas locais. “O evento foi não apenas uma oportunidade única de aprendizado, mas também uma mostra do caminho que vem sendo trilhado”, destacou o magistrado.
Segundo Rocha, a essência da Justiça Restaurativa reside na humanização dos processos. “Ela nos convida a olhar além do conflito, enxergando as pessoas em sua integralidade, com suas histórias, suas dores e suas possibilidades de transformação”, concluiu.

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