O Parque Zoológico em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana, recebeu exemplares de uma espécie até então inédita em seus 63 anos de existência: 35 axolotes. Os animais, vítimas de tráfico, passaram por quarentena e adaptação, antes de entrarem em exposição.
Para manter os axolotes, cuja espécie é originária do México, aquários foram adaptados e construídos mediante especificações adequadas. Placas informativas sobre a espécie e com alertas sobre o impacto danoso do tráfico de animais foram instaladas no novo recinto.
A espécie pode atingir cerca de 30 centímetros e viver por aproximadamente cinco anos. Possui capacidade de regenerar membros inteiros e até partes de órgãos internos, o que a torna alvo de estudo médico e científico em diversos países. Por esse motivo, os outros 39 exemplares apreendidos na operação no Rio Grande do Sul foram destinados a instituições parceiras da Sema, para fins de pesquisa.
O axolote (Ambystoma mexicanum) é um anfíbio originário do México que chama a atenção porque, ao contrário de sapos e rãs, não passa pela transformação típica da vida aquática para a terrestre. Em vez disso, mantém características de uma “larva” com brânquias externas, dando uma aparência bastante peculiar. O anfíbio tem sido alvo frequente de tráfico e reprodução em cativeiro. Somente em 2025 foram realizadas 26 operações de fiscalização contra múltiplos alvos de crimes ambientais.
Para manter os axolotes, cuja espécie é originária do México, aquários foram adaptados e construídos mediante especificações adequadas. Placas informativas sobre a espécie e com alertas sobre o impacto danoso do tráfico de animais foram instaladas no novo recinto.
A espécie pode atingir cerca de 30 centímetros e viver por aproximadamente cinco anos. Possui capacidade de regenerar membros inteiros e até partes de órgãos internos, o que a torna alvo de estudo médico e científico em diversos países. Por esse motivo, os outros 39 exemplares apreendidos na operação no Rio Grande do Sul foram destinados a instituições parceiras da Sema, para fins de pesquisa.
O axolote (Ambystoma mexicanum) é um anfíbio originário do México que chama a atenção porque, ao contrário de sapos e rãs, não passa pela transformação típica da vida aquática para a terrestre. Em vez disso, mantém características de uma “larva” com brânquias externas, dando uma aparência bastante peculiar. O anfíbio tem sido alvo frequente de tráfico e reprodução em cativeiro. Somente em 2025 foram realizadas 26 operações de fiscalização contra múltiplos alvos de crimes ambientais.