Benito Fonseca Paschoal, prefeito de Encruzilhada do Sul
Na paisagem de Encruzilhada do Sul, entre o soprar do vento e o compasso da gaita, ergue-se um símbolo que fala de memória, identidade e amor à cultura: o Acampamento Tradicionalista Murilo Damé Paschoal. Mais do que um espaço físico, ele representa um marco na forma como passamos a viver a Semana Farroupilha — e, sobretudo, na maneira como celebramos, durante todo o ano, o orgulho de ser gaúcho.
A semente desse sonho nasceu em um simples passeio ao lado do meu filho, Murilo Damé Paschoal. Caminhávamos pelo então degradado Parque dos Olivais. O lugar estava tomado pelo mato, pelo lixo e pelo esquecimento. Mas Murilo — com aquele olhar visionário e cheio de sensibilidade — enxergou o que poucos conseguiam ver: onde havia abandono, ele via potência, vida e tradição.
Com o coração tomado pelo amor à sua terra, ele imaginou ali um espaço capaz de reunir famílias, cultivar costumes e fortalecer o espírito comunitário. Eu o ouvi. Acreditei. E foi ali que começamos uma transformação que mudaria não só aquele espaço, mas também a forma como nossa cidade vive a sua cultura.
Hoje, o Acampamento Murilo Damé Paschoal é muito mais do que o palco da Semana Farroupilha. É um ponto de encontro da alma encruzilhadense — lugar de convivência, de risos, de música, de danças que cruzam gerações. Ali, jovens, adultos e idosos se reencontram, partilham histórias, aprendem uns com os outros e sentem, em cada gesto, o orgulho de pertencer a esta terra.
O que torna esse acampamento tão especial é a carga afetiva que carrega — ele não é apenas uma obra pública. É uma homenagem viva — um projeto que nasceu do coração e se transformou em herança espiritual para toda a comunidade.
Meu filho já não está entre nós fisicamente, mas sua visão permanece presente pulsando no olhar de cada encruzilhadense que pisa nesse chão. Seu sonho virou realidade, e sua memória foi eternizada como patrimônio cultural de Encruzilhada do Sul.
O acampamento é, hoje, um espaço onde as famílias se encontram, onde se constroem lembranças, onde o tradicionalismo deixa de ser ato isolado e se torna vivência cotidiana. É o elo entre o ontem e o amanhã. É a certeza de que a cultura gaúcha não se conserva em vitrines — ela se vive, se compartilha, se sente.
Que o Acampamento Murilo Damé Paschoal continue florescendo, reunindo e inspirando. Que o seu nome ecoe nas danças, nos galpões, nas rodas de chimarrão e nas vozes que celebram a tradição. Que cada acorde de gaita lembre o menino sonhador que enxergou beleza onde havia abandono — e que, com sua visão generosa, deixou à sua cidade um legado eterno: vivo, pulsante e cheio de alma.
A semente desse sonho nasceu em um simples passeio ao lado do meu filho, Murilo Damé Paschoal. Caminhávamos pelo então degradado Parque dos Olivais. O lugar estava tomado pelo mato, pelo lixo e pelo esquecimento. Mas Murilo — com aquele olhar visionário e cheio de sensibilidade — enxergou o que poucos conseguiam ver: onde havia abandono, ele via potência, vida e tradição.
Com o coração tomado pelo amor à sua terra, ele imaginou ali um espaço capaz de reunir famílias, cultivar costumes e fortalecer o espírito comunitário. Eu o ouvi. Acreditei. E foi ali que começamos uma transformação que mudaria não só aquele espaço, mas também a forma como nossa cidade vive a sua cultura.
Hoje, o Acampamento Murilo Damé Paschoal é muito mais do que o palco da Semana Farroupilha. É um ponto de encontro da alma encruzilhadense — lugar de convivência, de risos, de música, de danças que cruzam gerações. Ali, jovens, adultos e idosos se reencontram, partilham histórias, aprendem uns com os outros e sentem, em cada gesto, o orgulho de pertencer a esta terra.
O que torna esse acampamento tão especial é a carga afetiva que carrega — ele não é apenas uma obra pública. É uma homenagem viva — um projeto que nasceu do coração e se transformou em herança espiritual para toda a comunidade.
Meu filho já não está entre nós fisicamente, mas sua visão permanece presente pulsando no olhar de cada encruzilhadense que pisa nesse chão. Seu sonho virou realidade, e sua memória foi eternizada como patrimônio cultural de Encruzilhada do Sul.
O acampamento é, hoje, um espaço onde as famílias se encontram, onde se constroem lembranças, onde o tradicionalismo deixa de ser ato isolado e se torna vivência cotidiana. É o elo entre o ontem e o amanhã. É a certeza de que a cultura gaúcha não se conserva em vitrines — ela se vive, se compartilha, se sente.
Que o Acampamento Murilo Damé Paschoal continue florescendo, reunindo e inspirando. Que o seu nome ecoe nas danças, nos galpões, nas rodas de chimarrão e nas vozes que celebram a tradição. Que cada acorde de gaita lembre o menino sonhador que enxergou beleza onde havia abandono — e que, com sua visão generosa, deixou à sua cidade um legado eterno: vivo, pulsante e cheio de alma.