Porto Alegre, sex, 04/04/25

Publicada em 30 de Setembro de 2024 às 00:30

Hospital Universitário de Pelotas amplia habilitações para atendimentos

Instituição quer ser referência para cuidados de pacientes com AVC

Instituição quer ser referência para cuidados de pacientes com AVC

/HUSFP/divulgação/cidades
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O Hospital Universitário São Francisco de Paula, em Pelotas, está em processo de expansão nas habilitações junto ao Ministério da Saúde. Uma delas é a linha de cuidado ao paciente com sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Trata-se da habilitação do Centro de Atendimento de Urgência aos Pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC) Tipo III. Com esta habilitação, a casa de saúde irá se tornar referência na região sul do Estado no cuidado a esses pacientes.
O Hospital Universitário São Francisco de Paula, em Pelotas, está em processo de expansão nas habilitações junto ao Ministério da Saúde. Uma delas é a linha de cuidado ao paciente com sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Trata-se da habilitação do Centro de Atendimento de Urgência aos Pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC) Tipo III. Com esta habilitação, a casa de saúde irá se tornar referência na região sul do Estado no cuidado a esses pacientes.
O serviço oferecido aborda pacientes que tenham AVC isquêmico. A nova habilitação atua em cima de um evento que começa com alguns sintomas clássicos como perda de força em hemicorpo, desvio da rima labial e disartria. De acordo com o médico neurologista responsável pelo setor, Ricardo Lubini o sucesso nos casos já atendidos até agora no hospital se dá pela equipe multidisciplinar capacitada com profissionais das mais diversas áreas. "Esse paciente com características como boca torta, lentidão na fala, perda de movimentos, tonturas, entre outros, precisa entrar em protocolo de atendimento. E esse protocolo favorece a rapidez nas ações que devem ser realizadas", explicou.
Apesar dos números elevados de mortes e da grande prevalência na população brasileira, o AVC ainda é considerado uma doença negligenciada, e poucos estudos longitudinais de longo prazo investigaram seus fatores de risco durante um grande período. "É necessário melhorar a rede de atendimento de reabilitação, porque o AVC ainda configura uma das principais causas e mortalidade e morbidade no mundo, principalmente nas populações mais carentes", finalizou Lubini. O atendimento aos pacientes contempla todos os planos, incluindo o Sistema Único de Saúde (SUS).

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