Júlia Fernandes

Hair Home Bar

Júlia Fernandes

A Kaza Zamper existe há seis anos. O espaço localizado na Cidade Baixa é uma idealização do empresário Leo Zamper. A casa conta com um diversidade de serviços oferecidos: estúdio de tatuagem, cabeleireiro, spa, barbearia e um bar. Batizado de Hair Home Bar o negócio tem quatro anos, e até o início do ano era dirigido por Rodolfo Bitencurt, porém em janeiro o bar passou a ser comandado por dois novos sócios Daniel Bitencurt e Dianan Perim. “O bar entrou em recesso final do ano, e dia 9 de janeiro a gente abriu sob nova direção”, conta o novo sócio Daniel. O empreendedor, formado em jornalismo resolveu trocar de carreira após anos trabalhando no Grupo RBS.
A Kaza Zamper existe há seis anos. O espaço localizado na Cidade Baixa é uma idealização do empresário Leo Zamper. A casa conta com um diversidade de serviços oferecidos: estúdio de tatuagem, cabeleireiro, spa, barbearia e um bar. Batizado de Hair Home Bar o negócio tem quatro anos, e até o início do ano era dirigido por Rodolfo Bitencurt, porém em janeiro o bar passou a ser comandado por dois novos sócios Daniel Bitencurt e Dianan Perim. “O bar entrou em recesso final do ano, e dia 9 de janeiro a gente abriu sob nova direção”, conta o novo sócio Daniel. O empreendedor, formado em jornalismo resolveu trocar de carreira após anos trabalhando no Grupo RBS.
Apesar do mesmo sobrenome, Rodolfo e Daniel não são parentes. O jornalista era cliente do bar já há algum tempo e é amigo próximo do antigo dono. “Ele estava com outros projetos e outros planos e resolveu mudar de negócio, colocou a venda e ofereceu para mim e para Dianana”, explica ele. Com a mudança de direção eles resolveram apostar em algumas mudanças que vão desde o cardápio até o ambiente. O antigo negócio não tinha tantos drinks, e a nova proposta resolveu colocar o conceito de “bar drink” no empreendimento. Assim, foi criado um espaço somente para a realização das bebidas. “Chamamos uma bartender, Pamela Leseusk que fica responsável só por essa parte e é a Chefe de bar”, comenta Daniel. Mas ainda assim, eles acreditavam que poderiam deixar o bar mais caracterizado, com isso além dos drinks clássicos eles resolveram apostar em uma carta de drinks autorais. “Estamos dentro de um salão de cabelos e o nome do bar é hair, então criamos uma carta de drinks com nomes de cortes de cabelo. Chanel, Black Power, Pigmaleão e outros dinks com nomes de tinturas de cabelo que a gente usa aqui” diverte-se o empreendedor.
Na cozinha do local também foram estipulado mudanças, antes o cardápio oferecia pizza e pão de queijo. Os antigos pratos se mantiveram, porém resolveram acrescentar novos itens, como omeletes, sanduíches e acabaram ganhando novos clientes pensando em um público esquecido: os não consumidores de glúten. “Tem um pessoal aqui da casa que não consome e eu tenho amigos que tem intolerância ou que por opção não querem. Resolvemos abrir um cardápio de comida e cevas sem glúten, que eu acredito que não deveria ser nem um diferencial”, afirma. Além disso eles comercializam cervejas artesanais, chopes e cervejas tradicionais.
“A gente deu um up meio geral, demos uma ajeitada no pátio também, na decoração e sistema de iluminação”, comenta Daniel. O resultado dessas mudanças foi um investimento de R$30 mil. O bar tem capacidade para 100 pessoas sentadas, porém segundo o empreendedor, eles têm uma rotatividade de 150 pessoas por noite. Os novos sócios resolveram apostar também em eventos fechados, por isso eles oferecem o local para despedidas de solteiro, chá de casamento,aniversários, formaturas, entre eventos. Além disso eles começaram a criar o seus próprios eventos.
As mudanças aplicadas pela nova direção parecem ser positivo, pois o bar tem casa cheia todos os dias e volume de cliente aumentou nos últimos meses.
“Estamos recebendo um público que nunca frequentou a casa e que passou a vir aqui recentemente, então a resposta é positiva”, conclui Daniel.

A Kaza Zamper existe há seis anos. O espaço localizado na Cidade Baixa é uma idealização do empresário Leo Zamper. A casa conta com um diversidade de serviços oferecidos: estúdio de tatuagem, cabeleireiro, spa, barbearia e um bar. Batizado de Hair Home Bar o negócio tem quatro anos, e até o início do ano era dirigido por Rodolfo Bitencurt, porém em janeiro o bar passou a ser comandado por dois novos sócios Daniel Bitencurt e Dianan Perim.  “O bar entrou em recesso final do ano, e dia 9 de janeiro a gente abriu sob nova direção”, conta o novo sócio Daniel. O empreendedor, formado em jornalismo resolveu trocar de carreira após anos trabalhando no Grupo RBS.

 

Apesar do mesmo sobrenome, Rodolfo e Daniel não são parentes. O jornalista era cliente do bar já há algum tempo e é amigo próximo do antigo dono. “Ele estava com outros projetos e outros planos e resolveu mudar de negócio, colocou a venda e ofereceu para mim e para Dianana”, explica ele. Com a mudança de direção eles resolveram apostar em algumas mudanças que vão desde o cardápio até o ambiente. O antigo negócio não tinha tantos drinks, e a nova proposta resolveu colocar o conceito de “bar drink” no empreendimento. Assim, foi criado um espaço somente para a realização das bebidas. “Chamamos uma bartender, Pamela Leseusk que fica responsável só por essa parte e  é a Chefe de bar”, comenta Daniel. Mas ainda assim, eles acreditavam que poderiam deixar o bar mais caracterizado, com isso além dos drinks clássicos eles resolveram apostar em uma carta de drinks autorais.  “Estamos dentro de um salão de cabelos e  o nome do bar é hair, então criamos uma carta de drinks com nomes de cortes de cabelo. Chanel, Black Power, Pigmaleão e outros dinks com nomes de tinturas de cabelo que a gente usa aqui” diverte-se o empreendedor.

 

Na cozinha do local também foram estipulado mudanças, antes o cardápio oferecia pizza e pão de queijo. Os antigos pratos se mantiveram, porém resolveram acrescentar novos itens, como omeletes, sanduíches e acabaram ganhando novos clientes pensando em um público esquecido: os não consumidores de glúten. “Tem um pessoal aqui da casa que não consome e eu tenho amigos que tem intolerância ou que por opção não querem. Resolvemos abrir um cardápio de comida e cevas sem glúten, que eu acredito que não deveria ser nem um diferencial”, afirma.  Além disso eles comercializam cervejas artesanais, chopes e cervejas tradicionais.

 

“A gente deu um up meio geral, demos uma ajeitada no pátio também, na decoração e sistema de iluminação”, comenta Daniel. O resultado dessas mudanças foi um investimento de R$30 mil. O bar tem capacidade para 100 pessoas sentadas, porém segundo o empreendedor, eles têm uma rotatividade de 150 pessoas por noite. Os novos sócios resolveram apostar também em eventos fechados, por isso eles oferecem o local para despedidas de solteiro, chá de casamento,aniversários, formaturas, entre eventos. Além disso eles começaram a criar o seus próprios eventos.

 

As mudanças aplicadas pela nova direção parecem ser positivo, pois o bar tem casa cheia todos os dias e volume de cliente aumentou nos últimos meses.

“Estamos recebendo um público que nunca frequentou a casa e que passou a vir aqui recentemente, então a resposta é positiva”, conclui  Daniel.

Júlia Fernandes

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