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SAÚDE Notícia da edição impressa de 28/10/2021. Alterada em 28/10 às 03h00min

Comissão debate situação do Hospital Colônia de Itapuã

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RS promoveu uma audiência pública virtual, na quarta-feira (27), para discutir a possibilidade de fechamento do Hospital Colônia de Itapuã. Localizado no município de Viamão, a casa de saúde foi aberta em 1940 com o objetivo de isolar pessoas acometidas pela hanseníase. Hoje, abriga residentes que se curaram da doença, mas decidiram permanecer vivendo no local, e pacientes psiquiátricos, levados posteriormente para a instituição.
O proponente da audiência, deputado Thiago Duarte (DEM), explicou que a intenção era conhecer as intenções das administrações públicas diante dos rumores de que o local seria fechado e da falta de informações claras sobre o destino de moradores, pacientes e servidores. Ao término das manifestações, ele propôs uma visita ao local, junto com os demais deputados interessados e autoridades.
Representando a Associação de Moradores de Itapuã, Jorge Paixão disse que haviam tido notícia de que o hospital seria fechado para a abertura de um resort na área. Explicou que os moradores não eram necessariamente contrários a empreendimentos desse tipo e ao desenvolvimento econômico da região, mas que, por se tratar de uma área de 1.260 hectares, o hospital poderia ser mantido, uma vez que ocupava 15 hectares apenas e não havia outros estabelecimentos de saúde nas proximidades para atender à população.
O vereador Fabrício Ollermann, de Viamão, contou que a Câmara Municipal havia aprovado projeto do Executivo que resultou em uma lei, que autorizava o município a celebrar convênio com o Estado para proceder à "desinstitucionalização" de pacientes da saúde mental e ex-hansenianos moradores do hospital. Disse que, como vereador, vinha apresentando propostas para manter os atendimentos à saúde e considerava o lugar ideal para abrigar um Centro de Atenção Psicossocial (Caps). Ele sugeriu que se convocasse um plebiscito para saber o que a comunidade desejava para o local. No entanto, ainda não há previsão de que isso possa ocorrer.
 
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