Mauro Belo Schneider

Marca reduziu operação em Porto Alegre durante a pandemia

Charlie Brownie abrirá em Santa Catarina e planeja incluir padaria

Mauro Belo Schneider

Marca reduziu operação em Porto Alegre durante a pandemia

Já está causando muitos comentários nas redes sociais a notícia de que a marca Charlie Brownie abrirá uma unidade em Santa Catarina, no Campeche. Durante a pandemia, o negócio diminuiu sua operação em Porto Alegre, passando de três lojas para duas.

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Já está causando muitos comentários nas redes sociais a notícia de que a marca Charlie Brownie abrirá uma unidade em Santa Catarina, no Campeche. Durante a pandemia, o negócio diminuiu sua operação em Porto Alegre, passando de três lojas para duas.
“Sempre tive uma ligação muito forte com Florianópolis e desde os 19 anos viajo, no mínimo, quatro vezes por ano para a Ilha onde tenho boas amizades. Quando o projeto começou a dar certo em Porto Alegre, passamos a receber inúmeros pedidos de franquias e abertura de lojas em outras capitais do Brasil ou até mesmo em outras cidades do interior do Rio Grande do Sul. O fato é que eu não acredito em franquias, nem acho que outras pessoas podem disseminar o propósito da Charlie sem nosso envolvimento, visto que a iniciativa tem várias particularidades e ações que só quem se relaciona com a marca fora das redes sociais entende”, diz o fundador da Charlie, Tiago Schmitz.
Na última virada do ano, ele e sua sócia passaram o Réveillon com uma amiga gaúcha que vive no Rio Tavares desde 2014. Ela contou tudo sobre o triângulo dourado, sobre como a região do Campeche se organizou para os negócios sobreviverem à pandemia (valorizando o consumo local) e sobre a cultura de preservação da natureza. “Nos encantamos tanto que passamos a visitar mensalmente o Campeche para conhecer tudo isso que ela nos contou. Foi e tem sido encantador encontrar um local em que a cultura do coletivo é privilegiada, onde as pessoas se conectam fora das redes sociais e se apoiam criando uma comunidade próspera de indivíduos em prol de algo comum: bem-estar, qualidade de vida e cuidado com a natureza. De março até junho, procuramos incansavelmente uma casa que pudesse receber o projeto Charlie para iniciar nossa vida empreendedora e pessoal na Ilha”, revela o empreendedor.
Charlie Brownie/Divulgação/JC
Essa é a primeira experiência da marca fora de Porto Alegre, o que é um desafio e praticamente um novo começo, visto que a maioria das pessoas da Ilha não a conhece ainda. “Costumo afirmar que a expectativa leva à frustração, então a ideia é deixar seguir o fluxo. A gente acredita numa unidade em Floripa que nos traga aprendizados sobre o novo consumo consciente, sobre mais cuidado com o que geramos de resíduos, sobre novas receitas, novas relações de trabalho e uma série de encontros que não sabemos como será, mas acreditamos que acontecerá. Floripa vai nos ensinar inclusive a ressignificar nossas unidades de Porto Alegre. A loja do Campeche vai operar o ano todo (a ideia é atender aos moradores do bairro), inicialmente, como confeitaria e cafeteria e na segunda etapa do projeto também com padaria”, antecipa Tiago.
A loja terá 70m² e a ideia é que opere com pegue e leve. Haverá, ainda, 15 lugares para cafeteria e venda de brownies, bem como encomendas de tortas, bolos e presentes (um dos diferenciais da marca). Também serão feitas conexões culturais entre Porto Alegre e Floripa com intervenções artísticas, literárias e projetos sociais.
Mauro Belo Schneider

Mauro Belo Schneider - editor do GeraçãoE

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