Júlia Diefenbach

Com loja piloto, a Ale Nek's pretende expandir por meio de franquias

Empreendedora aposta em pizzaria com temática marítima em Uruguaiana

Júlia Diefenbach

Com loja piloto, a Ale Nek's pretende expandir por meio de franquias

O sonho de ter um negócio na beira da praia foi o pontapé para a que Virgínia Ueda, 33 anos, criasse a Ale Nek's, pizzaria com temática marítima em Uruguaiana. A operação foi desenhada durante a pandemia e abriu as portas no último trimestre de 2020. Uma das apostas do espaço é a customização de pizzas, massas e saladas. O processo de montagem é chamado 'moeda de ouro' e leva cerca de sete minutos. 

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O sonho de ter um negócio na beira da praia foi o pontapé para a que Virgínia Ueda, 33 anos, criasse a Ale Nek's, pizzaria com temática marítima em Uruguaiana. A operação foi desenhada durante a pandemia e abriu as portas no último trimestre de 2020. Uma das apostas do espaço é a customização de pizzas, massas e saladas. O processo de montagem é chamado 'moeda de ouro' e leva cerca de sete minutos. 
Empreender era um desejo de Virgínia desde a infância Nos anos 1990, ela e seu primo, Álex, sonhavam com a ideia de um estabelecimento na beira da praia. Foi dessa relação que surgiu o nome do negócio: “Ale” por causa do apelido de seu primo e “Nek” por conta do seu, que é Neka. 
No entanto, a Ale Nek’s não foi a primeira experiência da empreendedora no ramo alimentício. Formada em Ciências Contábeis, Virgínia atuou no setor de relações humanas, realizando recrutamento e seleção para restaurantes, padarias e cafés. Em 2018, comprou uma franquia de alimentação e, trabalhando na loja, adquiriu conhecimento sobre gestão. Em 2020, porém, com a chegada da pandemia, o estabelecimento fechou para atender às medidas restritivas. "Como eu já tinha a franquia, fiz o distrato, usei o mesmo espaço e adaptei, modifiquei”, conta.
Com um investimento inicial de R$ 200 mil, o objetivo de Virgínia era testar a marca em Uruguaiana, onde não existem tantas opções de lazer quanto em grandes centros urbanos, e tornar a pizzaria uma das atrações da cidade. Por ter imaginado o projeto do restaurante por muito tempo, a empreendedora não se abateu frente à realidade desfavorável de 2020. “Não criei uma marca no meio da pandemia só porque eu queria uma marca. Queria dar início ao meu sonho pra gerar empregos e fazer a diferença na vida das pessoas”, relata.
O propósito da temática do espaço, segundo Virgínia, é promover uma experiência sensorial aos clientes. “Sempre quis fazer a diferença, queria que o cliente saísse da atmosfera dele, saísse da rotina”, explica. O tema marítimo, que compõe a decoração do espaço e o logotipo da Ale Nek’s, foi desenvolvido com a intenção de remeter à praia, às férias, à infância e ao descanso, além de fazer a pizzaria se destacar. “As pizzarias estão num oceano vermelho, então a gente teve que encontrar nosso oceano azul”, afirma. Além disso, a figura das capitãs é central no negócio, cuja equipe é 90% composta por mulheres.
Segundo a idealizadora da marca, apesar do cenário conturbado em que o lançamento aconteceu, a recepção do negócio tem sido positiva e, nos primeiros meses após a inauguração, já houve procura por franquia. “O interessado em ser franqueado faz um cadastro no nosso site e nós avaliamos se ele tem o perfil e se ele se conecta à proposta da marca”, explica Virgínia. A Ale Nek’s trabalha com quatro modelos de franquia: loja delivery, small ship, modelo smart e modelo premium. O investimento inicial é de, no mínimo, R$ 110 mil.
Júlia Diefenbach

Júlia Diefenbach - repórter do GeraçãoE

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