Guilherme Jacques

Na Uptime, são oferecidos cursos que objetivam fluência para adultos

Franquia de cursos de Inglês aposta em conceitos de neurolinguística como estratégia de ensino

Guilherme Jacques

Na Uptime, são oferecidos cursos que objetivam fluência para adultos

Foi em 2009 que o casal Carla Ramos e Everton Vargas decidiu investir em uma franquia na cidade de Canoas. Antes de qualquer decisão, realizaram uma pesquisa, cogitaram algumas alternativas e, por fim, decidiram investir no ramo da educação, mais especificamente na Uptime, marca de escolas de inglês criada em 2001, com sede em Belo Horizonte. "Conhecimento é algo que ninguém tira da gente, que levamos para toda a vida. Foi pensando assim que entendemos que era isso que queríamos: ajudar pessoas a progredirem. Assim, a Uptime chamou nossa atenção porque ela não se preocupa em ter quantidade de alunos, e sim em ter qualidade de ensino. E nós levamos isso muito ao pé da letra aqui na nossa unidade", conta Carla.

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Foi em 2009 que o casal Carla Ramos e Everton Vargas decidiu investir em uma franquia na cidade de Canoas. Antes de qualquer decisão, realizaram uma pesquisa, cogitaram algumas alternativas e, por fim, decidiram investir no ramo da educação, mais especificamente na Uptime, marca de escolas de inglês criada em 2001, com sede em Belo Horizonte. "Conhecimento é algo que ninguém tira da gente, que levamos para toda a vida. Foi pensando assim que entendemos que era isso que queríamos: ajudar pessoas a progredirem. Assim, a Uptime chamou nossa atenção porque ela não se preocupa em ter quantidade de alunos, e sim em ter qualidade de ensino. E nós levamos isso muito ao pé da letra aqui na nossa unidade", conta Carla.
Na Uptime, são oferecidos cursos que objetivam fluência para adultos que é prometida e deve ser alcançada em 12 meses , os clubes de conversação e uma formação em nível de mestrado, que vai além da fluência e permite aos formados que ensinem o idioma. Além deles, há a opção teens, para os adolescentes de 11 a 16 anos. A variedade de cursos, no entanto, converge na metodologia em que a escola aposta, que contempla tecnologia é a primeira a incorporar a realidade virtual em exercícios, com aplicativo próprio para os alunos, de acordo com os sócios e conceitos de neurolinguística e mnemônica.
Através de ideias da ciência que estuda como o cérebro elabora e interpreta a linguagem e da mnemônica, que trabalha a memorização de informações através da associação de imagens e símbolos, é que a escola busca desenvolver os alunos. "Como a gente aprende mais rápido? Como gravamos algo? Entendemos que se aprende mais rápido através de associação. Então, trabalhamos o inglês assim, por meio de dicas, de imagens, de macetes, fortalecendo o conteúdo dentro do cérebro. Nós ensinamos o aluno a reter por mais tempo o conteúdo. Para isso, ele também precisa seguir os exercícios e rotinas que propomos", conta.
Carla avalia que os retornos que recebem dos alunos são muito satisfatórios. A escola mensura a percepção dos estudantes através de cartas de opinião que devem ser escritas em determinados momentos. No caso do ensino de adultos, uma primeira que pode ser entregue em português e outra, necessariamente, em inglês.
Além disso, aula a aula, os participantes são convidados a avaliar o encontro, enquanto, de outro lado, recebem um feedback, que conta, inclusive, com o levantamento de pontos que ainda devem ser desenvolvidos.
As aulas na Uptime ocorrem de forma presencial, mas, durante a pandemia, foram adaptadas para ocorrer remotamente, porém ao vivo, para preservar a interação entre os professores e os alunos. Com isso, a escola espera se manter o mais próxima possível do modelo de aulas que considera ideal.
E é assim, apostando na fidelidade ao seu propósito, que Carla entende ser a forma certa de se manter em um mercado bastante competitivo. "A marca Uptime nasceu em 2001 com o DNA do ensino e nunca se moldou pelo mercado. O mercado é competitivo? É, mas para quem ensina inglês, de fato, não há problemas, há campo para todos. E a nossa principal publicidade é o aluno, nós investimos nele. Fazemos com que o aluno aprenda, porque é ele que nos leva para mais pessoas", revela.
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Guilherme Jacques - estagiário do GeraçãoE

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