Isadora Jacoby

Viviane Lemos, da BPS Poa, e Natalia Guasso, do Brick de Desapegos, participaram do GE de Casa para discutir o tema

O futuro das feiras criativas de Porto Alegre após a pandemia

Isadora Jacoby

Viviane Lemos, da BPS Poa, e Natalia Guasso, do Brick de Desapegos, participaram do GE de Casa para discutir o tema

Com a impossibilidade de realizar seus eventos, as feiras criativas de Porto Alegre tiveram de adaptar seus formatos. Lives de venda, shows online, catálogo por WhatsApp: foram diversas estratégias traçadas ao longo dos últimos meses para manter os negócios em pé. No podcast do GeraçãoE, Viviane Lemos, sócia da BPS Poa, feira de moda plus size, e Natalia Guasso, organizadora do Brick de Desapegos, que reúne brechós e marcas sustentáveis, contaram as suas experiências na pandemia e o que imaginam para o próximo ano. 

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Com a impossibilidade de realizar seus eventos, as feiras criativas de Porto Alegre tiveram de adaptar seus formatos. Lives de venda, shows online, catálogo por WhatsApp: foram diversas estratégias traçadas ao longo dos últimos meses para manter os negócios em pé. No podcast do GeraçãoE, Viviane Lemos, sócia da BPS Poa, feira de moda plus size, e Natalia Guasso, organizadora do Brick de Desapegos, que reúne brechós e marcas sustentáveis, contaram as suas experiências na pandemia e o que imaginam para o próximo ano. 
Para Natalia, o uso das redes sociais e a interação online foi fundamental para manter o público da feira conectado com os expositores. "Nunca tinha usado as redes para esse fim, só para divulgar. Nunca tinha me inteirado muito, mas hoje têm muitas ferramentas para gente criar as feiras online e divulgar os expositores, que é uma das partes mais importantes", afirma Natalia. Na feira de moda plus size, o caminho foi o mesmo. "Desde o início da pandemia, em março, fomos vendo o que estava funcionando. Já lançamos várias coisas: site, catálogo no WhatsApp, loja no Facebook. Estamos muito ativas no sentido de se manter sendo o elo entre marcas e expositores. A questão virtual nos permitiu chegar em novos públicos, tanto de marcas quanto de visitantes", pontua Viviane. 
Por sentir que as angústias e dificuldades eram similares, Natalia deu o pontapé inicial do projeto Feiras Unidas, pelo qual reúne diversas feiras criativas de Porto Alegre para que façam programações conjuntas e, mais que tudo, troquem experiências nesse período adverso. "É o momento de se ajudar e de testar. Não tem problema errar, só não podemos ficar paralisados. É a tua coragem e falta de vergonha que te faz ser um empreendedor", acredita Natalia, ponderando que o perfil de empreendedor que faz parte das feiras será o mais atingido neste ano. "Existe uma rede grande que deve ser fortalecida, porque é essa rede que vai sofrer na pandemia. Não são as grandes empresas, as grandes marcas, são os pequenos empreendedores."
Viviane se orgulha em dizer que, através das estratégias criadas, ela e sua sócia, Gizela Fonseca, conseguiram manter o envolvimento da comunidade que se interessa por moda plus size. "É um momento que a gente está lançando, testando, adequando, tudo ao mesmo tempo. Não tivemos tempo de planejar e ver o que ia funcionar para colocar na rua. Criamos uma presença online muito mais forte. É incrível ver que as visitantes seguem encontrando na feira tudo que precisam", expõe Viviane. 
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Isadora Jacoby - repórter do GeraçãoE

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