Mauro Belo Schneider

Presidente da ABF e franqueada da Hering falam sobre o assunto em podcast do GE

Franquia passou a ser opção de investimento interessante na pandemia

Mauro Belo Schneider

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A pandemia do coronavírus trouxe um combo de motivos que fizeram as pessoas pararem para pensar em como estão usando seu dinheiro. Investir em uma franquia virou uma opção interessante no País, segundo o presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), André Friedheim, que participou do podcast do GeraçãoE.

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A pandemia do coronavírus trouxe um combo de motivos que fizeram as pessoas pararem para pensar em como estão usando seu dinheiro. Investir em uma franquia virou uma opção interessante no País, segundo o presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), André Friedheim, que participou do podcast do GeraçãoE.
“Se você coloca o dinheiro no banco, praticamente não tem rentabilidade. E está tendo uma crise de emprego. Crise de emprego, acompanhada de Taxa Selic a 2% e uma possibilidade de maior êxito nos negócios fizeram com que a busca por franquias aumentasse bastante durante a quarentena”, aponta ele. Conforme André, no Brasil, em um período de 10 anos, cerca de 75% dos negócios independentes fecham. Em franquias, esse número cai para 10%.
Em busca desta segurança, as empreendedoras de Novo Hamburgo Júlia Striving e sua mãe Rose Flesch transformaram a loja que tinham na cidade, a H Urbano Básico, na rua Mariano de Matos, nº 39, em uma franquia Hering em setembro. Com isso, elas conseguem oferecer mais promoções e a possibilidade da clientela comprar pelo site e receber em casa ou buscar na loja. “A pandemia trouxe o e-commerce, e agora somos uma loja omnichannel. A franquia ajuda a montar uma loja mais profissional, com mais visão de conteúdos e treinamentos. Conseguimos aderir ao Visual Merchandising (VM) e aprendemos a colocar isso em prática no ponto de venda. Antes, guerreávamos sozinhas”, diz Júlia, que também integrou o podcast.
Arquivo Pessoal/Divulgação/JC
O senso de comunidade, inclusive, é uma das grandes vantagens do modelo. “Fazer parte de uma rede foi, nesse momento, um diferencial quando comparado com negócios independentes, que tiveram que brigar sozinhos e implantar inovações de maneira isolada. As franquias conseguiram rapidamente agir”, complementa André.
O segundo trimestre registrou queda de 35,7% no faturamento do franchising brasileiro, mas a expectativa é de recuperação no início do segundo semestre e 80% do faturamento até o fim do ano. Há opções de franquias de R$ 5 mil a R$ 5 milhões e mais de 2,5 mil marcas. “Dinheiro não aceita desaforo, faça a pesquisa completa de onde vai investi-lo”, ressalta André.
Mauro Belo Schneider

Mauro Belo Schneider - editor do GeraçãoE

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