Isadora Jacoby

No novo episódio do GE de Casa, especialistas compartilharam dicas para potencializar a performance no on-line

Marketing digital é o aliado dos negócios na pandemia

Isadora Jacoby

No novo episódio do GE de Casa, especialistas compartilharam dicas para potencializar a performance no on-line

As orientações de distanciamento social e o fechamento de lojas físicas em função da pandemia provocaram um movimento de migração dos negócios para o on-line. Nesse contexto, pensar estratégias para alcançar o público e impulsionar as vendas passou a fazer parte da rotina de empreendedores e empreendedoras. No terceiro episódio do GE de Casa, conteúdo disponibilizado na íntegra em podcast e também em vídeo, os especialistas em marketing digital Rafael Terra e Natália Masoni compartilharam dicas para aprimorar o desempenho e tornar as ações on-line mais efetivas. 

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As orientações de distanciamento social e o fechamento de lojas físicas em função da pandemia provocaram um movimento de migração dos negócios para o on-line. Nesse contexto, pensar estratégias para alcançar o público e impulsionar as vendas passou a fazer parte da rotina de empreendedores e empreendedoras. No terceiro episódio do GE de Casa, conteúdo disponibilizado na íntegra em podcast e também em vídeo, os especialistas em marketing digital Rafael Terra e Natália Masoni compartilharam dicas para aprimorar o desempenho e tornar as ações on-line mais efetivas. 
Para Rafael, é importante entender que a presença no universo digital, assim como a relação de confiança com o público por ali, leva tempo e tem de ser construída. "O dinheiro vai para onde está a atenção das pessoas. Está acontecendo uma frustração em muitos empreendedores de simplesmente abrir um e-commerce e achar que já vai vender, que as pessoas estão esperando aquela marca abrir para comprar. E não é assim. A primeira questão de um empreendedor que quer vender na web é criar uma estratégia para crescer a sua audiência. Negócios com audiência vendem quase tudo", afirma Rafael.
Por isso, Natália pondera que a preocupação, nesse primeiro momento, não deve ser o número de seguidores nas redes sociais, mas identificar o público-alvo do negócio. "Muitas pessoas pensam em como vão criar conteúdo se não tem muitos seguidores, e justamente o caminho é o contrário. Tem que conhecer o público, saber com quem vamos falar, para atingir essas pessoas de forma assertiva. De nada adianta ter os 10 mil seguidores para ter o 'arraste para cima' se essas pessoas não são o teu público, elas não vão engajar com o teu conteúdo e muito menos consumir de fato o teu produto, negócio ou marca", pontua Natália. 
Os especialistas alertam que uma das estratégias mais essenciais para construir uma relação de confiança com o público é transmitir verdade. Rafael destaca que contar a história por trás do empreendedorismo nas redes sociais é sempre importante para estreitar esse laço com a audiência. Natália ainda pontua que a relação entre pessoas é o que move as redes sociais e que as marcas devem ter isso em mente na hora de produzir conteúdo. "A gente leva a mensagem de forma mais genuína quando começamos a passar para as pessoas qual é a essência da marca. Pessoas se relacionam com pessoas, então o que dá um engajamento melhor em relação a conteúdo é o empreendedor aparecer ali. Quem são as pessoas por trás da marca, qual a história, como é o dia a dia, qual o espaço em que acontece", explica. 
Entender que a presença on-line vai além da venda é fundamental para não soar oportunista nesse momento, acredita Rafael. É importante que a marca mostre outros conteúdos, e não só a oferta de produtos e serviços, assim a clientela passa a se sentir parte daquele universo. "Oportunidade é você estar presente e aproveitar o que está funcionando no momento. Oportunismo é só aproveitar para uma venda e não estar no dia a dia do cliente. A marca tem que entender que não tem problema ela vender, todo mundo precisa sobreviver, e está tudo certo. Agora, oportunismo é só lembrar das redes sociais para vender. As marcas não vendem só um produto ou um serviço, elas vendem aquilo que está no entorno. A imobiliária não vende só o aluguel ou o apartamento, ela vende o morar, vende a família. E é essa a mudança de mindset que as marcas tem que ter nesse momento", afirma Rafael. 
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Isadora Jacoby - repórter do GeraçãoE

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