Vitorya Paulo

Salivare já estuda modelo de franquias

Marca de congelados de Porto Alegre cria conceito de restaurante a la carte em casa

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Salivare já estuda modelo de franquias

Restaurante a la carte em casa. É assim que a Salivare, empresa de venda de comida congelada de Porto Alegre, quer ser vista pelos seus consumidores. Fundado pela analista de sistemas Adriane Lengler e pelo administrador e chef de cozinha Jaques Machado Jr., o negócio se adaptou em meio à crise da Covid-19. Com isso, o faturamento durante a pandemia aumentou cerca de 50%, entregando cerca de 3 mil refeições por mês.

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Restaurante a la carte em casa. É assim que a Salivare, empresa de venda de comida congelada de Porto Alegre, quer ser vista pelos seus consumidores. Fundado pela analista de sistemas Adriane Lengler e pelo administrador e chef de cozinha Jaques Machado Jr., o negócio se adaptou em meio à crise da Covid-19. Com isso, o faturamento durante a pandemia aumentou cerca de 50%, entregando cerca de 3 mil refeições por mês.
Conforme Adriane, a concepção inicial do negócio era a de ofertar kits de marmitas congeladas para aqueles que não querem cozinhar durante a semana, mas desejam consumir refeições preparadas artesanalmente. Porém, percebendo a crise aumentar, os sócios decidiram iniciar as vendas das marmitas quentes. "Tivemos que entender a demanda de mercado e nos adaptar rapidamente." Outra mudança foi a venda das proteínas, que necessitam apenas do preparo das guarnições em casa. "Strogonoff e feijoadinha são os queridos dos clientes", afirma a sócia.
SALIVARE/DIVULGAÇÃO/JC
A venda dos kits de refeições, que nasceram com a empresa, continua ocorrendo. Porém, atualmente, o público mudou. "Os filhos estão comprando para os pais idosos.Tenho clientes de São Paulo que pedem para entregar na casa dos pais em Porto Alegre", conta. A praticidade, para a analista, é o diferencial do negócio. Atualmente, são ofertados kits com cinco, 10, 15 ou 20 refeições, além dos cremes, saladas e pratos individuais. Por essa diversidade de oferta na geladeira, eles passaram a comparar com um restaurante a la carte na residência da clientela. 
Formados em áreas que não se relacionam diretamente com a gastronomia, os sócios iniciaram a empreitada em 2018, investindo um valor próximo aos R$ 200 mil. Adriane conta que suas experiências anteriores a auxiliaram a desenvolver a Salivare. "Eu fundei a CompuJob, trabalhava com tecnologia, e trouxe uma bagagem. Já atuava na área comercial e marketing. Então, questões como o comércio eletrônico foram mais fáceis", avalia. Já Jaques era apaixonado, desde pequeno, pela cozinha. As habilidades, então, só foram aprimoradas.
Mesmo quando a pandemia passar, Adriane acredita que algumas mudanças ficarão, como a comodidade em dispor de refeições congeladas que fogem das marcas tradicionais e industrializadas. "Todo o produto que traz qualidade e praticidade se destaca", pontua. Atualmente, os sócios já estudam o modelo de franquias com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Pedidos através do WhatsApp (51) 99233-1751. 
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Vitorya Paulo - repórter do GeraçãoE

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