Mauro Belo Schneider

A Gelb funciona há dois anos e tem 60 pontos de venda

Startup cria minimercados dentro de empresas

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A Gelb funciona há dois anos e tem 60 pontos de venda

A Gelb funciona há dois anos em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em São Paulo como um negócio que monta lojas automatizadas em condomínios e em empresas com o objetivo de ser uma espécie de experimento social: tudo é baseado na confiança.

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A Gelb funciona há dois anos em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em São Paulo como um negócio que monta lojas automatizadas em condomínios e em empresas com o objetivo de ser uma espécie de experimento social: tudo é baseado na confiança.
As unidades ficam em ambientes públicos, sem que os frequentadores precisem usar tags ou crachás para acessar as mercadorias. "Qualquer pessoa pode consumir. É um risco que assumimos", afirma Rafael Lima, 35 anos, sócio da empresa ao lado de Andrea Spottel e Leonardo Vidal.
Os resultados mostram que os gaúchos se adaptaram ao modelo. "Em 62 mil vendas, tivemos apenas três casos de desvios", mensura o empreendedor.
O sistema da Gelb é desenvolvido pela própria startup. Ele faz o controle de horário de pico e de estoque. Isso facilita a reposição, realizada diariamente nos seus 60 pontos de venda (PDV).
As caixas saem carregadas dos centros de distribuição, localizados na Capital, em Campo Bom e em São Paulo, e são recolhidas por abastecedores freelancers. Além desses profissionais, a Gelb emprega 25 pessoas, envolvidas, principalmente, na logística dos produtos.
Rafael conta que, dos PDVs atuais, três são em residenciais, mas a expectativa é que 100 novos comecem a funcionar em condomínios neste ano. Um que já está em operação é no coliving Pueblo 595, na rua Garibaldi, em Porto Alegre. O diferencial da Gelb é que ela não paga nada para funcionar nos ambientes coletivos, nem repassa faturamento. "A Indústria 4.0 parte daí: todo mundo ganha. Os empreendimentos onde a Gelb atua ficam, automaticamente, valorizados", interpreta.
Nos residenciais, que precisam contar com o mínimo de 100 apartamentos para receber uma loja, os itens com recorde de venda são água, chocolate, pão e refrigerante. Nos ambientes corporativos, a paçoca é uma das opções preferidas.
A empresa planeja, agora, deixar a experiência ainda mais prática. Por isso, está sendo desenvolvida uma versão de pagamento ao estilo AmazonGo, sem a necessidade de passar o código de barras no totem de cobrança, funcionando por sensores.
LUIZA PRADO/JC
Mauro Belo Schneider

Mauro Belo Schneider - editor do GeraçãoE

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