Vitorya Paulo

Com mais de 25 variedades da iguaria, a Cumbuca descentralizou sua região de atuação

Nova padaria leva à Zona Norte pães de fermentação natural

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Com mais de 25 variedades da iguaria, a Cumbuca descentralizou sua região de atuação

Desde o fim de novembro, os moradores do bairro Vila Ipiranga, na Zona Norte de Porto Alegre, contam com um aroma diferente nos arredores. Logo pela manhã, a primeira leva de pães artesanais sai do forno fumegante, garantindo o cheiro de pão novinho que paira pelos ares. É nessa experiência que o empreendedor, publicitário e cozinheiro Alexandre Barboza aposta. Há oito anos à frente da Cumbuca Padaria Artesanal, que funcionava apenas na loja do bairro Bom Fim, o empresário investiu na segunda filial, instalada na rua Dr. João Simplício Alves de Carvalho, nº 540.

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Desde o fim de novembro, os moradores do bairro Vila Ipiranga, na Zona Norte de Porto Alegre, contam com um aroma diferente nos arredores. Logo pela manhã, a primeira leva de pães artesanais sai do forno fumegante, garantindo o cheiro de pão novinho que paira pelos ares. É nessa experiência que o empreendedor, publicitário e cozinheiro Alexandre Barboza aposta. Há oito anos à frente da Cumbuca Padaria Artesanal, que funcionava apenas na loja do bairro Bom Fim, o empresário investiu na segunda filial, instalada na rua Dr. João Simplício Alves de Carvalho, nº 540.
LUIZA PRADO/JC
O local, segundo ele, é uma estratégia de negócio. “Eu gostava da ideia do Moinhos de Vento, mas pesquisamos e percebemos que não existe padaria como a nossa na Zona Norte”, afirma. Inspirado em locais da Europa, Alexandre decidiu abrir uma loja pequena, com lógica “take away”, focada no atendimento no balcão. “Vai um pouco na contramão do que eu vejo que está acontecendo aqui, com padarias cada vez maiores, com opções de almoço e janta”, analisa. Ao todo, o aporte na nova empreitada, que conta com a sócia Jaqueline Zanini, 43, esposa de Alexandre, foi de R$ 65 mil.
Mesmo pequena, a Cumbuca tem variedade diária de até 25 tipos de pães artesanais, produzidos na cozinha da primeira filial e assados na Zona Norte, além de doces e salgados. Para Alexandre, trabalhar com fermentação natural é lidar todos os dias com um produto novo. “O levain é um ser vivo. Então, a gente fica suscetível ao humor dele”, compara, destacando que as condições de produção, como calor e umidade, influenciam no crescimento do fermento e, se alteradas, podem mudar o produto final. “Mas essa é a parte boa”, afirma.
LUIZA PRADO/JC
Baguete, focaccia, ciabatta e pão de milho são algumas das variedades da padaria. Entre as opções, o pão de quarto é uma das que mais fazem sucesso entre a clientela, fato que, para o empresário, está atrelado às memórias de infância. “Faz parte da vida das pessoas”, interpreta. Por ser um item diferenciado e que demanda atenção ao produzir, o valor final é maior se comparado aos pães franceses.
Ele acredita, porém, que os clientes entendem o preço. “É mais gostoso, sacia mais e não causa estufamento. Sei que as pessoas vão comparar o meu produto com os pães da região, e isso é bom. Tem espaço para todos”, pontua. Com a segunda filial, a projeção de Alexandre é que o faturamento alcance 25% do Bom Fim em seis meses, que produz, hoje, mais de 150kg por dia de fornadas de pães artesanais em épocas de alta temporada. Na Zona Norte, o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h30min às 19h, e aos sábados, das 8h30min às 17h. No Bom Fim (na rua Felipe Camarão, nº 594), o atendimento vai das 8h30min às 19h30min.
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Vitorya Paulo - repórter do GeraçãoE

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