Fábio Junges
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Novo mercado, nova cultura

Fábio Junges

Aprendemos que o home office, em essência, entrega uma produtividade muito maior

Novo mercado, nova cultura

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Aprendemos que o home office, em essência, entrega uma produtividade muito maior

Construir uma cultura diferenciada foi uma das oportunidades que a pandemia trouxe para as empresas, especialmente às fundadas em 2020. Começar uma caminhada em tempos de distanciamento social significou também a dispersão física da equipe. Algo inovador no mercado até mesmo para empresas de tecnologia como a SOU.cloud.
Nascemos nesse cenário e vimos os processos mudarem. As contratações não se concentram mais na localização do candidato, mas sim no alinhamento com a cultura da empresa. Temos colaboradores em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Blumenau, Ribeirão Preto, São Paulo e até no Canadá. Isso, um ano atrás, era inviável. Mas, hoje, essa lógica evaporou.
Apesar dos receios de muitos gestores anteriormente, aprendemos que o home office, em essência, entrega uma produtividade muito maior. O desafio passa a ser o equilíbrio, especialmente entre trabalho e vida pessoal. Produzir e agregar, sim, mas sem esquecer os cuidados consigo mesmo, os momentos de lazer.
Nas empresas que deram origem à SOU.cloud, sempre nos preocupamos com as pessoas. Esse é um dos nossos principais legados. Mas elas eram empresas tradicionais: com sede, trabalho presencial, horários fixos, etc. O distanciamento social e a criação da SOU.cloud oportunizaram a construção de uma empresa diferente em termos culturais: mais disruptiva, inovadora e mais voltada para as pessoas.
Essa nova cultura está diretamente relacionada ao novo mercado, que surgiu a partir da pandemia. Por um lado, é imprescindível que as pessoas tenham liberdade, bem-estar e autonomia, para que elas possam alcançar a sua melhor versão dentro da empresa. Por outro, responsabilidade e transparência também são pilares da nossa cultura.
Por trás de tudo isso, as pessoas têm ainda sonhos e desejos pessoais. Cada colaborador tem seus planos individuais - e que bom que é assim -, mas todos convergem na empresa para que se tornem realidade.
E nós, líderes, devemos não apenas liderar pelo exemplo, mas fazer com que o time saiba o porquê de agirmos assim. Não podemos ficar de fora, fazemos parte do processo. Eu procuro sempre relacionar nossas ações ao manifesto da empresa. Com isso, reforçamos o desejo de construir essa cultura nova. É uma postura estratégica e, acima de tudo, humana.
Fábio Junges
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