Amilcar Nevas mostra a mochila que recarrega bateria de celulares Amilcar usa a mochila que é vendida pela Luuuz para carregar o celular Foto: JACKSON CICERI/ESPECIAL/JC

Nova empresa gaúcha oferece novidades para gerar energia

A Luuuz pretende lançar uma mochila que carrega o celular

Mudou muito a forma de gerar energia alternativa nos últimos anos. Se antes a única opção eram os painéis solares sobre o teto, hoje a tecnologia permite que isso ocorra através das próprias telhas, de janelas e até, quem diria, de objetos simples como uma mochila.
A Luuuz, empresa aberta em julho, no Rio Grande do Sul, surgiu para trazer ao Brasil as últimas tecnologias do mercado. Parte vêm dos Estados Unidos e outra da Alemanha. As placas tradicionais são importadas da China e os inversores e estruturas metálicas, da Itália.
O empreendimento, administrado por Arthur Della Giustina, Laura Bier Moreira, Ênio Moreira, Amilcar Veras Prieto Neves e Eloisa Maccarini Dall Igna, atende às necessidades urbanas, industriais e as propriedades rurais. “É uma empresa que criamos para trazer novidades para a população porto-alegrense e gaúcha. Fazer com que projetos fotovoltaicos tenham um pouquinho de elegância. A nossa ideia é substituir elementos de arquitetura como, por exemplo, telhas tradicionais por fotovoltaicas e vidros de fachada por vidros com laminação filme fino fotovoltaico, que podem ser opacos, transparentes ou com algumas cores”, explica Amilcar.
A sócia Laura Bier é conhecida do público por seu projeto Roubadinhas, que tem milhares de seguidores nas redes sociais. Durante o verão, ela monta uma estrutura na praia de Atlântica, no Ramblas. E, em 2020, a intenção é criar ombrelones fotovoltaicos no espaço. Além disso, no Litoral, será feito o lançamento da mochila para carregar celular.
“O que a pessoa vai pagar cabe dentro de financiamentos de 48 meses, 60 meses, 72 meses, sem precisar desembolsar dinheiro. Em vez de entregar para a concessionária, entrega para pagar o financiamento”, expõe Amilcar, sobre o investimento dos usuários nas instalações da Luuuz.
JACKSON CICERI/ESPECIAL/JC
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