Entrevista com o fundador do Orkut, Orkut Büyükkökten Fundador do Orkut está em Porto Alegre para o BS Festival Foto: MARCO QUINTANA/JC

Fundador do Orkut finalmente recupera seu Tinder e critica Inteligência Artificial

O aplicativo levou 18 horas para entender que ele não era um fake

Usuário do Tinder há dois anos, o fundador do Orkut, uma das redes sociais mais populares no Brasil nos anos 2000, Orkut Büyükkökten, recuperou sua conta no aplicativo de encontros. Em Porto Alegre, ele deu match com 10 homens e tinha a intenção de conhecer pelo menos três antes de sua palestra sobre inovação e diversidade no BS Festival.
Estava tentando fazer amigos. Levou 18 horas para me desbloquearem. Deveriam ter levado poucas horas. Isso mostra como as redes sociais são ruins, pois usam Inteligência Artificial para tomar as decisões”, aponta.
“Uso o Tinder há dois anos, achei que iam acreditar que eu era real. Agora, quando der o match, vou falar pelo Whatsapp antes de ser bloqueado”, diz o empreendedor, que recentemente criou uma nova plataforma, o Hello, também para estimular conexões entre pessoas.
O Tinder entendeu que Orkut fosse um perfil falso, e, por isso, impediu que ele continuasse se comunicando com outros usuários. Insatisfeito, ele fez um post no Twitter sobre o assunto e virou motivo de conversa Brasil afora. Os três rapazes que lhe chamaram atenção viram o tweet e procuraram o Orkut no Instagram. Assim, puderam continuar o papo.
Mais detalhes sobre os bastidores da conversa com o Orkut e suas lições de empreendedorismo serão divulgados em breve pelo GeraçãoE. Por enquanto, veja o que ele falou no vídeo abaixo.
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