Novo quiosque da Fini, apresentado na ABF Expo 2019 - Corte para o Facebook Novo quiosque da Fini, apresentado na ABF Expo 2019 Foto: FINI/DIVULGAÇÃO/JC

Fini deve abrir segunda unidade no Rio Grande do Sul em agosto

A previsão da marca é inaugurar mais de dez unidades em 2019

O objetivo da Fini, marca de doces e balas, ao abrir lojas físicas era apenas fortalecer o nome do negócio presente há 18 anos no mercado brasileiro. Segundo a gerente de marketing, Andrea Kohler, o modelo de franquia foi uma consequência desse movimento. "O objetivo da Fini com as lojas era ser uma marca reconhecida no Brasil. Por justamente não ser um objetivo da empresa, foi feito um trabalho para entender se o melhor seriam franquias ou lojas próprias. Concluímos que era um modelo interessante para franquear", explica Andrea. O processo de franchising começou em 2012, passando todas as lojas próprias para a gestão de franqueados. A marca, hoje, tem apenas uma unidade própria para treinamento e capacitação de novos franqueados e funcionários em Jundiaí, São Paulo, cidade onde fica a sede administrativa da empresa. 
Com mais de 70 lojas pelo Brasil, a Fini tem previsão de abrir em agosto a segunda unidade no Rio Grande do Sul, desta vez em Pelotas. A primeira fica em Gramado, na Serra Gaúcha. De acordo com o Patrick Ramos, gerente de Negócios da Fini, a meta é fechar o ano com 85 franquias. Durante a ABF Expo, feira da Associação Brasileira de Franchising que aconteceu no fim de junho em São Paulo, a marca apresentou o seu novo modelo de quiosque. As mudanças no formato fazem parte do reposicionamento para expandir o público consumidor. "A gente não queria ficar só no universo infantil, e sim falar com o público jovem e adulto. Ou seja, acompanhar o crescimento desse público", justifica Andrea. Para isso, lançaram, em 2015, a linha de balas sem açúcar e com ativos funcionais. "A decisão foi continuar trazendo experiências e sensações para o consumidor com o produto sem açúcar. É indulgência permitida. Você continua com a Fini do seu lado, mas com saudabilidade." 
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Apesar da turbulência econômica dos últimos anos, os números de unidades da Fini seguiram crescendo. Andrea acredita que isso acontece porque, embora seja um produto que não está na primeira linha de consumo, as pessoas querem continuar vivendo essa experiência. "A gente acredita que, mesmo nos momentos de crise, as pessoas querem se agradar, querem continuar tendo seu momento de prazer. Não somos cortados da lista porque a gente é aquele produto que traz o momento em família. Todo esse reposicionamento fez com que a gente ampliasse os horizontes. Hoje a gente tem um portfólio de mono porção, para a pessoa experimentar o produto, que custa R$1,00. A gente tem no varejo uma cartela de produtos para todo mundo", acredita Andrea. 
Com um valor de franquia de R$ 130 mil reais, a Fini oferece mais de 100 produtos exclusivos para as lojas. Além disso, os doces são vendidos a granel para proporcionar uma experiência única de compra, diferente da vivenciada em multimarcas. "É o único lugar que você consegue fazer esse mix de produtos. Você pega um saquinho e consegue consumir uma variedade maior", pondera a gerente de marketing. A marca busca um perfil de franqueado que deseje colocar a mão na massa. "Nosso franqueado mais novo tem 27 anos e o mais velho 66 anos. É importante maturidade emocional mínima, por isso a gente coloca 24 anos como pré-requisito. Ele precisa estar perto do ponto porque a gente acredita naquele velho clichê de que é o olho do dono que engorda o gado. Precisa ter capacidade de gerir o negócio, de lidar com pessoas", explica Patrick.
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