Marcus Rossi é o CEO do evento, marcado para julho Marcus Rossi é o CEO do evento, marcado para julho Foto: /CLAITON DORNELLES /JC

Gramado Summit terá batalha entre startups

A Gramado Summit traz novidades em sua terceira edição. A feira, que hoje é um destaque no setor do empreendedorismo nacional, vai contar com palestrantes como Serginho Groisman (Rede Globo), Lisiane Lemos (Microsoft) e atividades lúdicas para desopilar dos assuntos mais sérios, além de uma competição entre startups promovida pelo Principado de Mônaco. O evento ocorre nos dias 31 de julho e 1 e 2 de agosto, no Serra Park, em Gramado. Marcus Rossi, CEO da Summit Hub, que organiza o evento, explica a nova dinâmica da feira. Veja mais sobre a programação em gramadosummit.com.
GeraçãoE - A Summit tem um enfoque definido para 2019?
Marcus Rossi - A gente tem esse evento mais encorpado nesse ano. É uma feira de negócios para os maiores players do mercado? Sim. Tem as maiores empresas de inovação do mercado? Tem. Tem grandes indústrias? Tem. Mas a gente também tem uma gama de empreendedores que estão na sua fase de negócio mais inicial possível, buscando seu primeiro investimento, que não tem tanto recurso para investir. A gente criou um modelo que visa fazer com que esses caras também tenham relevância no evento. Isso faz parte do que eu acho que criou esse mix que fez a Summit crescer muito de um ano para outro. Deixou de ser uma feira só de startups, agora é uma feira sobre futuro.
GE - E como se dividirão os palcos do evento?
Marcus - Teremos três palcos: um deles focado em histórias de empreendedores reais no sentido de inspiração. Ali tem desde um Serginho Groisman falando sobre o futuro da Comunicação até uma Lisiane Lemos, que é executiva da Microsoft, ativista, mulher, negra, uma verdadeira inspiração. O Palco Técnico, fugindo um pouco das histórias, com um viés mais prático é o segundo. Além desses dois, temos o palco do "bê-á-bá". Esse último com conceitos mais básicos para quem vem de uma indústria clássica e quer se renovar como gestor, investidor ou líder de uma equipe, por exemplo. O palco principal tem dois intervalos que são mais estratégicos. A ideia é ser um evento que não para. A gente quer proporcionar momentos de descontração para que se possa curtir as 12 horas. Quer fazer a barba? Vai ter espaço. Quem sabe fazer uma make-up? Vai ter espaço. Vai ter cerveja gratuita? Vai. Vai ter comida gratuita? Vai. Vai ter atividade circense? Vai. Então, a nossa ideia de como fazer uma imersão é que aquelas pessoas entrem no pavilhão e esqueçam do mundo lá fora, se divirtam, escutem sobre o futuro e, quando saírem da Summit, as ideias estejam prontas para serem executadas. Esse é o ponto principal.
GE - E como a Summit Hub conquistou a parceria do Principado de Mônaco?
Marcus - O Desafio de Mônaco está sendo lançado nesse ano por iniciativa deles. O Principado está colocando um recurso muito grande na Summit para viabilizar uma coisa que a gente chama de Green is the new glam. Historicamente, Mônaco lembra tecnologia, grandes marcas, Fórmula 1, mas o Principado também tem uma pegada de inovação, desenvolvimento de startups sustentáveis ou sociais. Eles, inclusive, contam com uma espécie de aceleradora do próprio Principado que foca justamente em startups com esse viés. O governo nos procurou e propôs uma espécie de batalha entre startups na qual a vencedora vai ser quem tiver o negócio sustentável ou social mais "redondinho". Como prêmio, além de ser condecorada por Mônaco, vai passar de 10 a 12 dias em uma imersão no Principado para entender o que é feito lá. Qualquer startup que é expositora pode participar.
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