André Brumer é o diretor da marca na Região Sul André Brumer é o diretor da marca na Região Sul Foto: /MARCELO G. RIBEIRO/JC

Banana é o item mais entregue pelo Rappi em um ano em Porto Alegre

Foram contabilizados 300 mil pedidos no período de estreia da marca na Capital

A Rappi, que entrou no mercado porto-alegrense há quase um ano com a intenção de ser um aplicativo para entregar qualquer coisa, contabiliza 300 mil deliveries neste período. O diretor da marca na Região Sul, André Brumer, celebra o feito. “Quando me chamaram para esse desafio de começar a Rappi na cidade e me falavam sobre expectativas de números futuros, eu achava que seria impossível”, diverte-se, durante um almoço no Le Grand Burger.
“Se você pensar que, há exatamente um ano, a gente não tinha um pedido, não tinha um motoboy, nenhum parceiro. De repente, você está fazendo 300 mil entregas. Isso é maluco. A gente está com dois supermercados na cidade (Asun e Carrefour), contratos grandes com farmácias, abrindo lojas, milhões de ações de marketing, quase todo fim de semana fazemos festas. O ritmo de crescimento foi uma coisa inacreditável. Em geral, a aceitação é muito legal”, dimensiona ele.
Antes de assumir o desafio na capital gaúcha, o paulista André trabalhou na Vale, no Unibanco e na Odebrecht. Além disso, passou um ano em Moçambique, na África do Sul. Em cada uma dessas experiências, em algum momento chegou a achar que seria o emprego no qual se aposentaria. “Tudo o que eu pensei na minha vida, não deu certo. A Rappi é um trabalho completamente diferente do que eu tinha, é muito mais baseado em resultado”, compara.
A empresa colombiana, recentemente, lançou duas novidades no Rio Grande do Sul: uma parceria com a Grin, para trazer os patinetes elétricos à capital gaúcha, e um aplicativo de pagamento exclusivo. Até então, a área de atuação se concentrava nos bairros Moinhos de Vento, Bela Vista, Higienópolis, São João, Cidade Baixa e Bom Fim. A partir deste mês expande também para a zona sul de Porto Alegre.
Uma curiosidade do perfil de consumo dos gaúchos é o item mais entregue nesse um ano de operações: banana. “É inacreditável você ter um aplicativo de delivery e a coisa que você mais vende é banana”, ri André. “Coisa que você tem que escolher, passar na balança, isso ninguém quer comprar. Garrafão de água também, porque ninguém quer carregar.”
Lucas Sabino/Divulgação/JC
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