Nádia Simone Santos e o marido, 'Marquinhos do crepe', tocam o negócio há mais de duas décadas Nádia Simone Santos e o marido, 'Marquinhos do crepe', tocam o negócio há mais de duas décadas Foto: /CREPE DA BARRA/DIVULGAÇÃO/JC

O crepe reinventado de Imbé

Crepe da Barra é opção gastronômica em Imbé há 26 anos

O Crepe da Barra é parada obrigatória para quem vai a Imbé em busca de um crepe não tradicional. Servido no prato, funciona há 26 verões. Segundo a proprietária Nádia Simone Santos de Melo, trata-se de um crepe francês no estilo gaúcho. "Não tem aquela pompa. Ele pode ser comido sem talher, envolto em um guardanapo", explica. O restaurante tem um cardápio com 40 sabores, com valores entre de R$12,00 e R$26,00
A empreendedora, casada há 31 anos com o parceiro de negócio, conhecido por "Marquinho do crepe", era contadora. O casal começou vendendo a iguaria em um trailer, até que se mudou, há 18 anos, para o espaço atual, que é próprio e comporta até 220 pessoas.
Na baixa temporada, ela mora em Porto Alegre e se desloca até o Litoral para atender a clientela aos fins de semana. Já na alta, vai de mala e cuia a Imbé e abre todos os dias, a partir das 16h. "Ficamos até o último cliente ir embora."
Ao fazer uma média de quantos crepes são vendidos diariamente na alta temporada, Nádia diz que, num dia bom, como na véspera de Ano Novo, pode chegar a 1 mil unidades, mas que normalmente saem cerca de 500. "Nós só não expandimos mais porque a técnica é mais difícil e leva tempo até treinar o pessoal", revela. Por isso, a empresária e o marido ajudam também na cozinha. O sucesso do crepe é tanto, que até quem deixa de veranear na cidade volta para comer o quitute. "Muitas pessoas saíram do Imbé para ficar em condomínios fechados em Xangri-lá e Atlântida. Mas se identificam com o crepe da Barra e vêm até aqui", comemora.
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