Acervos de colecionadores, museus e galerias podem ser segurados à parte, explica a empreendedora Empresária trabalha junto à companhia francesa Axa Art Foto: MARCELO G. RIBEIRO/JC

Rute Milman lança seguro de obras de arte em Porto Alegre

Acervos de colecionadores, museus e galerias podem ser segurados à parte

Veterana no ramo de seguros, Rute Milman, 73 anos, trouxe para o Estado o serviço que assegura obras e acervos de arte, para colecionadores, museus, instituições, galerias e exposições. Junto à Axa Art, companhia francesa com 50 anos de tradição neste nicho, Rute pretende ampliar o mercado local no que tange à valorização das peças enquanto patrimônio.
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Rute com uma obra da artista Tomie Ohtake, parte de seu acervo pessoal | Foto: Marcelo G. Ribeiro/JC
Como colecionadora, Rute conta que todos os anos tinha algum problema para renovar o seguro do seu acervo. Segundo ela, no Rio Grande do Sul o serviço era disponibilizado somente acoplado a residências. "Seguro de obra de arte vai muito além do roubo, cobre todos os riscos, como automóvel. Restaura ou revê o valor estimado pela peça", expõe, sobre acidentes domésticos e danos a longo prazo. A taxa de seguro oscila de 0,25% a 2%, conforme o objeto, a autoria e o valor afetivo agregado.
Seu acervo, de cerca de 200 peças equivalentes a R$ 2 milhões, e conta com nomes como Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Calasans Neto, Siron Franco e Xico Stockinger. Uma coleção deste porte, por exemplo, pode ser segurada por R$ 7,5 mil anual, com taxa de 0,34%. "O que torna um artista valioso é seguir trabalhando. Geralmente, nos bons artistas você percebe uma constante evolução", elabora Rute.
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