David Randon falou sobre Contemporaneidade e Legado David Randon falou sobre Contemporaneidade e Legado Foto: Mauro Belo Schneider/Especial/JC

Galló e Randon dão largada a evento que reúne empreendedores em Gramado

O Gramado Summit segue até sexta-feira na Expogramado, na Serra

Começou, nesta terça-feira (8), em Gramado, a segunda edição do Gramado Summit. O evento, que acontece na Expogramado até sexta e é considerado um dos mais importantes na área de empreendedorismo digital na America Latina, deu o pontapé inicial com as palestras do diretor-presidente da Randon, David Randon, e do presidente das Lojas Renner, José Galló.
Além de 65 palestrantes, há um espaço para que startups exponham seus negócios e participem de batalhas por investimentos. Marcus Rossi, um dos organizadores do Gramado Summit, diz que é a primeira vez que se fala de tecnologia e inovação no Rio Grande do Sul por três dias a fio.
David Randon comparou o início da Randon com uma startup e lembrou de toda a trajetória da empresa, que surgiu inicialmente como fabricante de freios a ar. Ele comentou, ainda, que a companhia tem quatro desafios para encarar daqui para frente, prestes a completar 70 anos.
São eles: promover expansão, criar um mindset digital, tornar a Randon cada vez mais global e não crescer a qualquer custo, visando à sustentabilidade. “Todo dia, estamos inovando. Não paramos. Mas, como somos uma empresa industrial, não mudamos de um dia para o outro”, afirmou. Randon detalhou, inclusive, os processos de ética e compliance desenvolvidos na organização. “Começamos a ver se não estamos fazendo nada errado na área comercial, visto tudo que aconteceu nesses anos com Lava-Jato.”
Galló, da Renner, também abordou de leve alguns temas políticos, como o endividamento do Estado, por considerar ser de interesse de todos. Além disso, falou sobre a experiência do encantamento nas lojas que administra. Para Galló, isso se deve ao alto nível de engajamento dos colaboradores.
Quanto às lições do segmento varejista, o executivo comentou que a “ameaça” das lojas virtuais sobre as físicas está começando a perder força. “A loja, para muitas mulheres, é o momento do descanso. Há 10 anos, diziam que iria desaparecer. Hoje, se vê a Amazon comprando lojas físicas. As coisas estão se reequilibrando”, considerou.
Mauro Belo Schneider/Especial/JC
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