Vitrines decoradas para vendas relativas ao Reveillon no shopping Iguatemi. Estratégias precisam mudar para não ficar pesado aos lojistas Foto: LUIZA PRADO/JC

Qual o problema dos shoppings?

Brasileiros adoram um shopping center. E não é à toa. Esses empreendimentos geram mais sensação de segurança do que a rua, estão protegidos do frio ou do calor e funcionam em horários que facilitam a vida de quem trabalha o dia inteiro. Por que, então, há tantas lojas fechando?
Dia desses, fizemos uma matéria sobre diversas operações que encerraram suas atividades em um centro comercial de bairro, na Zona Sul de Porto Alegre. A maioria desses estabelecimentos não morreu, mas foi para imóveis próprios.
Podemos listar alguns fatores que atrapalham empreendedores a continuar no shopping. Entre eles, aluguéis exorbitantes, taxas de condomínio pesadas, cobranças extras em meses de datas mais lucrativas, como Natal e Dia das Mães, além de participação em campanhas publicitárias.
Fica claro que não é culpa apenas da crise. Os administradores dos malls poderiam afrouxar, de alguma forma, certas exigências financeiras. Até porque a bola de neve se forma rápido. Se uma marca forte debanda, acaba afetando a outra e, em pouco tempo, podem restar poucas para contar história.
Há, ainda, as vendas virtuais, que colaboram para a redução de movimento, porém elas representam cerca de 3% do consumo total. O setor precisa de novas estratégias. #otimismo
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