Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 17 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Terrorismo

Notícia da edição impressa de 18/05/2018. Alterada em 17/05 às 19h59min

Brasileiros são acusados de recrutar jihadistas e promover o EI

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 11 brasileiros pela formação de uma organização criminosa e por promover o Estado Islâmico (EI) no País. Para o MPF, houve tentativa de recrutar jihadistas para se juntar ao grupo terrorista na Síria, discussões sobre atentados no Brasil e planos de formar uma célula nacional do EI, mostra a edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo.
Cinco dos envolvidos também respondem pelo crime de corrupção de menores, que teriam sido recrutados pelo grupo. A denúncia tem como base conversas que eles mantinham em aplicativos de mensagem e redes sociais, interceptadas pela Polícia Federal.
A denúncia, à qual o jornal teve acesso, é resultado da Operação Átila, da Polícia Federal, que correu em sigilo até março. Ao menos sete pessoas foram detidas desde outubro, e outras deram depoimento após condução coercitiva. Dois envolvidos permanecem presos preventivamente.
Segundo a denúncia do MPF, um dos grupos identificados foi criado para promover atividades terroristas do EI e era "destinado a discutir a criação de uma célula terrorista no País". O título dessa comunidade virtual, que tinha 43 integrantes, era Estado do Califado no Brasil.
Em depoimentos à polícia, alguns disseram que se comunicavam com simpatizantes e membros de organizações terroristas em países como Síria, Turquia, Líbia, Afeganistão e EUA. Outros envolvidos relataram conversas a respeito da organização da célula e treinamento de facções paramilitares.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia